terça-feira, 21 de abril de 2009

Não resisto a partilhar mais um pouco de Fernanda Durão, colheita de 2009

Antes da realização da exploração em profundidade que encontrará o templo inundado, Fernanda Durão avança com novas evidências da passagem dos antepassados dos faraós na Ilha Terceira, outro nome dado à Ilha do Ovo Cósmico... Assim sendo, a senhora encontra na toponimia da Terceira vocábulos que, na sua interpretação histórica, terão uma origem egípicia absolutamente inquestionável... A Serreta deverá o seu nome à deusa Serket (senhora do Além), a Ponta do Queimado ao deus Khnum e São Brás à deusa egípcia Bastet.

Mais evidências perfeitamente lógicas para um conjunto de factos que despertarão um nas Pirâmides de Gizé um complexo de inferioridade nunca antes visto...

E com todo o sentido, digo eu! Efectivamente, e mais uma vez seguindo, provavelmente, a mesma metodologia da senhora Fernanda Durão, ou seja, o Google Earth, um livro sobre o Egipto e um quarto de hora, as Geometrias Variáveis acrescentam dados corroborantes da hipótese lançada... Assim, obviamente, que a freguesia de São Bento deve o seu nome à Raínha Bentanat, o Raminho ao termo carinhoso como que os mais próximos designavam um tio-avô de Ramsés e o Pico Rachado deve a sua designação a Ra, deus do Sol... Ainda estão com dúvidas?... Cépticos irritantes! Aqui ficam mais evidências! O Ilhéu da Mina naturalmente deve a sua designação a Min e o Cabrito a El-Kab... E se eu não tivesse que ir jantar... a Ciência que não se faria em mais quinze minutos!

2 comentários:

Guilhim disse...

Quero o que quer que seja que vocês andam a tomar por essas bandas... é que depois de ler a disposição melhora, mas é momentaneo... orienta-me aí essas cenas!

Psilipe disse...

Uma dose de insularidade em estado de elevda pureza dá nisto...