segunda-feira, 16 de novembro de 2009

As time goes by...

Apercebi-me hoje que o Monopólio, jogo que marca o meu imaginário infantil, sofreu algumas alterações que são, para mim, autênticas mutações genéticas... Não é que, na versão que vi hoje:

- os petizes utilizam cartões de crédito no lugar daquelas notas fantásticas de cores variadas (em que os cinco contos eram um marco, com a sua cor bordeaux);

- os cartões são colocados num aparelho que os lê automaticamente, substituindo o banco;

- a propriedade mais cara custa quatro milhões de euros substituindo o Rossio, última casa antes da casa de partida, que representava um investimento de quatro contos de reis.

E percebi que a inflacção do valor das propriedades é, quase, quase, directamente proporcional ao tempo que decorreu desde os tempos em que as minhas tardes eram passadas a comprar a Rua do Carmo, a Estação de Campanhã e consultar a minha "sorte" numa pilha de cartõezinhos. E senti-me velho...

2 comentários:

Guilhim disse...

Blhack!!! Cartão cde crédito e maquininhas... isto está bonito está!!! Depois dizem que o pessoal gasta mais do que pode!!! Então se ensinam as criancinhas a gastar do cartão de crédito estavam à espera de quê?!?! Tu tens o dever moral de pores a tua filhota a jogar com o antigo! Combinado?

beijinhos

psilipe disse...

Prometo, prometo (estou com a mão no peito neste momento)! bjs