sábado, 24 de julho de 2010

Hiato

Pois... pois... este pasquim cibernérico começou com a palavra hiato, respeitando a minha peculiar admiração por algumas palavras que o linguajar português votará ao abandono*. E, como acontece em 99,9999% dos blogues, chegou a um período crítico: um hiato no seu percurso. Lá diz a sabedoria popular, "do hiato viémos, ao hiato regressaremos". Sim... sei que não é bem isto. Mas o que é certo é que esta expressão, totalmente inventada, se poderia aplicar aqui ao tasco, pensando nos últimos meses, o que não é nada, nada interessante. Até porque sempre foi um objectivo meu não deixar que o GV tivesse o mesmo destino do saudoso TerceiraParte.

Os últimos meses têm sido esquisitos, esquisitos ao ponto de ser difícil vir aqui discorrer coisas de interesse, naturalmente, incomensurável. Têm significado, efectivamente, um hiato numa série de aspectos, sendo de assinalar uma clara as ssimetria na forma como as coisas evoluem (ou involuem) nas diferentes áreas em que se compartimenta a minha humilde existência. Sem que haja, sempre, a melhor capacidade de estancar alguns vasos comunicantes entre coisas que, por vezes, são uma merda e outras que são sempre excepcionais. Mesmo que o enviesamento esquemático derreta a acuidade das interpretações.

Nos últimos meses deve ficar, acima de tudo, uma palavra: Mariana, Mariana, Mariana... E mais não digo. A não ser realizar uma forte recomendação a todos os que me lêem (sim, a ambos as duas pessoas que chegaram aqui por engano, como diria a minha avó...) para que contribuam para os índices de natalidade e que atenuem as desigualdades da pirâmide demográfica.

Fim do hiato do GV. Que seja o início do fim de outros hiatos.

* A não ser que a passemos a escrever na forma de "yato" numa qualquer futura revisão da Língua Portuguesa (seja lá isso o que for...).

3 comentários:

Cátia Oliveira disse...

:):):) Saudaditas!

Manuela Cunha disse...

Finalmente de volta!!! :)

psilipe disse...

"I'll be back" disse um andróide mastodôntico cinematográfico...

"Eu também" pensou Psilipe, uns anitos depois.