segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Palavras para quê?...

Questionada sobre a forma como lidava com a morte ilegal do touro, nas festas de Reguengos de Monsaraz, uma jovem senhora proferiu a seguinte pérola:

“Não me faz confusão porque já estamos habituadas… E é tão bonito! É arrepiante! Sentimos a banda a tocar, o touro a matar. É uma emoção tão bonita que nós não conseguimos ver a festa de Monsaraz sem isto…”

Esperemos, para o seu bem, que não instituam a tradição de limpar o sarampo a pessoas com a graça de Adelaide Paixão, nome pelo qual responde a insigne entrevistada. Era gaja para mudar um pouquinho de opinião, quer-me parecer.

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