sábado, 1 de outubro de 2011

Ócio...

Psilipe encontra-se a viver um fim-de-semana atípico. Está "solteiro" e sem descendentes por uns dias, uma vez que as jóias da sua vida foram recarregar baterias à melhor terra do mundo. Encontra-se em num período de possíveis mudanças profissionais, o que faz com que a opção trabalhar em casa (que o persegue, quase, desde sempre) se torne menos imediata. A ausência das meninas leva a que não haja necessidade de desempenhar tarefas que, nos últimos tempos, se têm tornado quotidianas.

Em resumo, Psilipe não tem grande coisa para fazer. E descobre que se desabituou do ócio, do desfrutar descomplexado e descomplicado do tempo livre... E odeia isso!

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