segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Não há como ser claro!

Vale a pena ver este vídeo, em que, aos 18 segundos, André Villas Boas compara a situação actual do Chelsea, que enfrenta uma série negativa de resultados, com outro colosso do futebol europeu pelo qual AVB também passou...


Não há como estabelecer, sempre, adequadas relações de grandeza entre as coisas... Fica, mesmo, tudo mais claro.

Não comento...

sábado, 26 de novembro de 2011

Para quando uma liga fechada?

A Académica perdeu, hoje, em casa com o Beira-Mar por uma bola a zero... É o problema destes campeonatos em que as grandes equipas se cruzam com clubes regionais. Os jogadores das equipas grandes, aquelas que espetam três no vencedor da Liga Europa, não se motivam nestes jogos pequenos e acontecem estas surpresas...

Para quando um campeonato fechado em que os grandes clubes se cruzem, sem interferências dos pequenos clubes, esses parasitas futebolísticos de quem ninguém gosta, por quem ninguém torce? Para quando?...

domingo, 20 de novembro de 2011

Ok... prometo que fico por aqui!*


Retirado daqui: https://www.facebook.com/pages/Eu-vi-o-Porto-a-enfardar-3-da-Acad%C3%A9mica/291412540892692

* Fico por aqui é o caraças! Provavelmente, vou espera 41 anos por nova vitória sobre o Porto. Por isso...

"And now here is your moment of zen..."

Esta frase, habitualmente utilizada pelo genial e desconcertante John Stewart, poderia ser a introdução ao vídeo* da homilia realizada, hoje, pelo Bispo de Angra e dos Açores, na Sé de Angra, em que este vosso escriba foi citado por tal representante de Sua Santidade. E esta, hein?!


Senhora minha mãe, finalmente um motivo de orgulho católico!...

* Que, fatalmente, ninguém realizou...

Mais um Dueto Improvável... - IV

Fernando Madureira (cabecilha dos SuperDragões) e Vitor Pereira (futuro ex-treinador do FC Porto).



Taça de Portugal: psilipe gosta disso!

E quando parecia que não podia melhorar, eis senão quando acontece isto!

Parece uma montagem...

mas não é! Nice...

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Mais um Dueto Improvável... - III

(Nota prévia: é mauzinho...)

Maddie e Rui Pedro.

(Estou, neste momento, a rezar um terço.)

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Mais um Dueto Improvável... - II

Mais uma sugestão para um Dueto Improvável: António Marinho Pinto e Paula Teixeira da Cruz!



"5, 6, 7, 8, 9, 10... I love you!"

A minha sugestão de Dueto Improvável...

Fazendo a ponte com o post anterior, retomo a campanha publicitária mais recente da Optimus, realmente bem conseguida.

E, vou mais à frente, sugerindo um novo Dueto Improvável: Duarte Lima e Olímpia Feteira!



Já os estou a imaginar... "One, two, three, four... Can I have a little more?!"

All together now... nos nossos ouvidos.

Há que reconhecer que a campanha de publicidade da Optimus está bem conseguida, possuindo potencial para revitalizar a marca (eterna subalterna da TMN e Vodafone). E o reflexo disso é que esta música não sai da cabeça de muita gente (basta aceder a uma qualquer rede social)...

Aqui fica o original da coisa, retirado do "Yellow Submarine", filme com os Beatles... Mal, por mal dá para conhecer o original do tirano que vos atormenta.


terça-feira, 15 de novembro de 2011

A crise está quase a acabar, não é, Álvaro?

Parece que a montanha pariu um rato... Ou, melhor dizendo, parece que a crise pariu um Álvaro. Explico, segundo o Álvaro, esse porreiraço, em 2012 encontraremos o princípio do fim da crise. Ninguém diria. Pelos visto, ele diz.

Dando como adquirido que qualquer um de nós activa respostas ansiosas a situações e contextos que coloquem em causa os nossos recursos e competências, e constatando que a crise, em todas as suas facetas, constitui um cenário activador de ansiedade, receios e temores, o GV desempenha um serviço público.

No lado direito do template do GV passa a ser possível encontrar uma contagem decrescente para o final da crise, segundo o Álvaro*... Preparai as garrafas de espumante (duvido que haja guito para champagne)! Está quase!


* Pronto... o Álvaro apontou a data de 2012, não apontando, por esquecimento concerteza, a data concreta.  Portanto, teremos que seguir a sabedoria popular que diz que o mal se reparte pelas aldeias! Assim sendo, "rachamos" o ano ao meio e podemos constatar que o primeiro dia pós-crise será 1 de Julho de 2012!

Um Oscar para Otelo? Não...

Sempre que vejo, ou ouço, o Otelo Saraiva de Carvalho não consigo deixar de me lembrar de um inquérito de rua, daqueles à porta de uma qualquer universidade, em que uma jovem, quando questionada sobre quem seria tal personagem, respondeu que deveria ser um "hotel de cinco estrelas"...

Otelo é, sempre foi um homem de contradições, de contra-sensos, quasi-esquizofrénico nas opções e na gestão da sua imagem pública. Militar de carreira, mas eterno aspirante a actor (quem não se lembra da sua inquietante participação num vídeo supostamente erótico com Julie Sargeant...)*. Efectivamente, ainda em Moçambique, Otelo experienciou, de forma entusiasta, as artes dramáticas no Liceu, num movimento artístico pouco apreciado pelas suas hostes paternas, que viam nessa deriva artística um perigo para os planos que existiam para o jovem Otelo... Que, poucos anos depois, enceta uma carreira militar, marcada pela conturbação e, mais tarde, pelo lugar central, com o nome de código Oscar**, na Revolução de Abril.

Inevitavelmente, e justamente, Otelo torna-se um dos símbolos da Revolução dos Cravos, iniciando um percurso errático e, porque não dizê-lo, duvidoso e questionável, contrariamente a outros, como por exemplo, o Capitão Salgueiro Maia.

Enquanto homem de contra-sensos, ávido de um certo protagonismo dramático (nos palcos da opinião pública, quiçá à falta de concretização noutros palcos...), Otelo*** abdica de ser protagonista em momentos em que o podia fazer, capitalizando o apoio popular existente, e avança, desajeitadamente, em alturas em que a prudência, a racionalidade e a lógica o desaconselhavam. De facto, há que assumir que Otelo é a figura central da estratégia no Quartel da Pontinha no dia 25 de Abril, mas também o homem do COPCON, uma das partes beligerantes (ou quase) do 25 de Novembro de 1975 e, porque não dizê-lo, das FP-25 de Abril (cuja referência à Revolução na designação, ainda hoje não é esquecida, nem perdoada, por muitos militares...).

As recentes declarações de Otelo sobre a "facilidade" com que poderia ser realizado um novo 25 de Abril, num misto de ameaça velada com desejo anacrónico de protagonismo, demonstram, na plenitude, a personalidade de Otelo Saraiva de Carvalho e a forma como, progressivamente, vai delapidando e desonrando o seu estatuto de personagem histórica. Ao ponto de proferir declarações (provocações a suplicar uma resposta que pudesse alimentar uma escalada pública simétrica?) que mereceriam uma atenção devida por algumas instâncias deste país... Mas, isto sou eu que acho...

Otelo insiste em não perceber que as revoluções, as mudanças, o futuro de um país não é um mero jogo de computador, em que podemos desligar a máquina, quais miúdos traquinas e pouco resistentes à frustração, quando as coisas não correm de feição, quando não atingimos aquilo que perspectivámos, reiniciando a missão ao sabor da nossa vontade e do controlo que temos sobre o jogo. Otelo insiste em perceber que o seu tempo já acabou e que as opções que tomou, que a personagem confusa e contraditória que criou para si  mesmo perdeu o direito aos grandes palcos. E que se perdeu nas próprias contradições interiores e, quiçá, nas suas próprias frustrações mal resolvidas.

É que, porventura, e voltando ao início do post, Otelo quereria tudo menos, mais do que trinta anos depois do 25 de Abril, ser confundido com uma unidade hoteleira... Mas, e honrando a história e este episódio mais recente, há que sublinhar que os descontrolos da personagem que criou o condenam a pouco mais que isso.

O que lhe, nos vale é que a personagem está gasta, desacreditada e que há quem coloque as coisas em perspectiva, diminuindo os danos do rebelde (sem causa?). E aí, reconheça-se, a adequação das declarações e entrevistas de Vasco Lourenço, cruciais numa altura em que a mínima faísca pode desencadear consequências, pelo menos ao nível da opinião pública, imprevisíveis.

O que nos vale é que, nos dias de hoje, "Oscar" não mereceria muito mais que um Razzie...


Não deixa de ser uma suprema ironia o facto de o seu nome corresponder (pelo menos foneticamente) ao nome de uma peça de William Shakespeare.


** Mais uma extraordinária coincidência... Otelo, o aspirante a figura dramática, com um nome de código de um prémio para os melhores actores cinematográficos.


** O que faria dele um excepcional "biografado". Um dia, um dia...

PIB...

A nova definição (nacional) de PIB:
Provável

Implosão

Bombástica

A química orçamental...

Atendendo à previsível eternização da nossa saga pelos caminhos mais tortuosos da política orçamental, penso que ser seguro a afirmar que o símbolo químico do chumbo será alterado, a breve prazo e numa homenagem póstuma a Portugal, de Pb para PIB.

domingo, 13 de novembro de 2011

A vida é uma soda, diria o Fócrates...

Aqui há uns tempos, partilhei uma idiossincrasia da evolução da Mariana no domínio da linguagem... Após alguns dias, esclareço que o problema se adensa. Já vamos em três palavras (foca, vaca e fralda) que a Mariana transforma numa outra palavra, que contem duas vogais e duas consoantes, que é parecida com foca, que contém a vogal constante na palavra vaca e que contém a última consoante da palavra fralda... A a contagem continua? Esperemos que não...

sábado, 12 de novembro de 2011

Analfabetismo emocional?

E com uma simples imagem, obtida no site do DN, desfez-se um mito... Vitor Gaspar tem emoções. Ninguém diria...

E imaginar este diálogo? O que pode ter originado esta inusitada gargalhada?... Não deixa de ser interessante hipotetizar a troca de palavras... Alguém se arrisca?




quarta-feira, 9 de novembro de 2011

De pequenino...

...se torce o pepino, lá diz o povo português. Ou, na visão do nosso Presidente da República, como diz o maior conjunto existente no mundo de guardadores de animais, de pastores laboriosos e madrugadores.

Não sabemos se, como refere o camarada Jerónimo, essa afirmação corresponde à sugestão de um regresso "salazarento" a um passado recente. Quem somos nós para questionar esta geração de políticos, cujas visões e opções nada tiveram a ver com o estado de caos económico-social para que caminhamos!

Mas sabemos que, enquanto pais, temos que preparar a miúda para uma realidade diferente, em que os objectivos irão ser diferentes e em que aquilo que se esperará de nós irá ser imprevisível, na linha daquilo que o nosso grande líder profetizou.

Estudos? Educação superior numa área ao gosto da Mariana? Projectar um futuro limitado unicamente pelo sonho e pela fé nas suas capacidades? Qual quê... Como somos bem mandados, vamos seguir a sugestão do nosso Presidente da República, esse arauto do optimismo e da fé na mudança nacional!

Vamos treinar a Mariana para a fina arte da Carpintaria. E já começámos! Não há tempo a perder...


Mariana: update Novembro '11

Sim... chamo-me Mariana. Sim... saio à mãe. Sim... sou gira. Sim... sou vou querer ter namorados, sair à noite e pedir o carro emprestado ao pai por volta de 2035.



terça-feira, 8 de novembro de 2011

E o circo continua...

Dia 9 de Novembro é o primeiro dia de mais um período de quatro anos de vexame para a Madeira e para os madeirenses. Que poderão assistir, de cadeirão, ao início do mesmo.

Funcionários públicos madeirenses têm tolerância de ponto para ver tomada de posse de Jardim | iOnline

Os últimos dias...

... da vida de psilipe podem ser, correctamente, caracterizados com a utilização de uma simples analogia.

Se psilipe for o SuperHomem, anda a guardar a kriptonite no bolso há uns dias jeitosos. Sem perceber, ao seu jeito, onde raio a colocou.

Chiça... Estará o bruxo de São Mateus disponível para uma consulta?...

domingo, 6 de novembro de 2011

Um organigrama de alguns dos meus parentes afastados...

A pedido do meu primo Benjamim (apaixonado pelas questões da Genealogia e responsável pelo facto de eu poder saber muitas coisas fantásticas do meu lado paterno), aqui fica uma imagem da família Correia Umbelino (cujos membros se cruzaram com irmãs da minha avó, em tempos idos). É também a este clã que pertence o meu primo, já falecido, Ezequiel Umbelino que chegou a ser Presidente da Académica, na década de 70 (no, felizmente, extinto Clube Académico de Coimbra).

A verdadeira história da criação dos Açores

Uma curta-metragem, realizada por Victor Descalzo, que explica porque é que os Açores são uma parte do Paraíso... Adorei o destaque dado à Ilha das Flores. Um mimo este vídeo...



Agradece-se ao amigo André, que me alertou para o vídeo.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Vermo-nos gregos... mesmo sem querer

Uma das expressões que, de vez em quando, acabamos por dizer quando alguma coisa se afigura de difícil resolução ou se encontra, mesmo, condenada ao insucesso, passa pela utilização verbal dos nossos amigos helénicos. Dizemos, nessas alturas, que "vou-me ver grego para acabar este trabalho" ou "vimo-nos gregos para conseguir chegar aqui"...

Nunca nada fez tanto sentido, atendendo à conjuntura actual. Vamo-nos ver gregos para dar a volta a isto... E temo que não diremos "parakàlo*" no final de tudo isto.

Kalimera** caos?

* Do que me lembro da minha passagem por lá, significa obrigado.
** Esta acho que quer dizer bom dia...