terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Querido, a morte mudou o Querido Líder...

Como se sabe, o ditador lunático e sanguinário da Coreia do Norte foi desta para melhor nos últimos dias, sem que o big brother das super-potências se tivesse apercebido* que o senhor tinha batido as Queridas Botas. Um problema para resolver para o regime totalitário? Nop... uma óptima oportunidade para os delírios mirabolantes dos propagandistas. O problema é que, na Coreia do Norte, tais delírios passam à prática, como realidades concretas. Algo que, segundo o Querido Bernardino Soares, faz todo o sentido. Sim, tal como os propagandistas, Bernardino Soares não se choca com o facto de algumas coisas que defende não resistirem ao teste com a realidade.

Pois bem... parece que a Natureza norte-coreana entrou num turbilhão emocional desde a morte do Querido Líder. Há desde vulcões em erupção, tempestades de gelo súbitas, garças a fazer vénias a estátuas, pombas a chorar baba e ranho e a limpar estátuas com um brio assinalável. Tudo destacado em parangonas pelos órgãos oficiais do Querido Regime.

Pois... Aguardo, pacientemente, que, depois do milagre da metamorfose constante da dívida regional, o Jornal da Madeira comece a anunciar os discursos de bolos do caco jardinistas, o choro lancinante da floresta laurissilva face às maldades perpretadas pelos bastardos do Continente e a baba e ranho que escorre dos telhados de colmo das casas de Santana, quando alguém profere a expressão "Lei das Finanças Regionais".


* O que, inequivocamente, aumenta a preocupação... se aqueles que se arrogam do estatuto de vigilantes do mundo não se apercebem da morte do Querido Líder, aperceber-se-ão da evolução do Querido movimento nuclear norte-coreano?...

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