domingo, 15 de janeiro de 2012

Que treta...

A Académica perdeu, hoje, uma boa hipótese de voltar a vencer, em casa, o clube de Guimarães que, no ano passado, levou três secos em Coimbra. Hoje a Académica acaba por perder o jogo, por manifesta inépcia própria e por uma clara felicidade dos nortenhos. Nem Habib, esse semi-Deus, nos salvou, num jogo marcado pelas limitações do plantel da Académica e pelo cansaço de uma equipa que jogou a meia-final da Taça na passada Quinta-Feira, sendo que o Sporting beneficiou de um dia extra. Critérios de um calendário que ninguém compreende.

Três notas. Primeiro para a equipa de Guimarães; nem quero pensar no orçamento desta equipa, atendendo aos nomes do plantel que, no fundo, fez uma exibição fraca e, simplesmente, afortunada. Nem quero imaginar o que ganham João Alves, Pedro Mendes, Nuno Assis, Nilson, João Paulo, Edgar, Toscano, Targino,... 

Segundo, quem não tem a sorte de poder ir ao estádio, tem que levar com a SportTV. Que vergonha o nível da narração e dos comentários ao jogo, mais uma vez. O narrador passou noventa minutos a ver em campo o jogador Abdoulaye, que estava na bancada castigado. Pelos vistos, jogámos com doze. Só visto... O comentador, chamada Vitor Paneira, ou sofre de uma perturbação perceptiva na análise ao jogo (o que pode explicar a sua carreira de treinador) ou está ressabiado depois da passagem pela Académica.... indescritíveis apreciações de alguém que viu um jogo qualquer, mas não o jogo da Académica que passou na televisão, hoje. E não é a primeira vez que tal senhor assume tal postura com a Académica... Que desgraça para aqueles que pagam uma mensalidade para levar com estas coisas... Uma ode ao masoquismo é o que vos cabe fazer, meus amigos.

Terceiro, penso que estavam mais adeptos do Guimarães a querer bater nos próprios dirigentes, um destes dias, em Guimarães do que hoje no estádio... Faz sentido e dá razão àqueles que, como eu, se indignam como a massa adepta do Guimarães (que possui os seus méritos, atenção...) é endeusada de uma forma, absolutamente, parola... São gostos que não só se discutem, como se lamentam.

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