domingo, 29 de abril de 2012

Definitivamente...

...psilipe continua a não saber conjugar eficiência com eficácia. Não que não vá sendo razoavelmente eficaz, mas atinge níveis fraquinhos no domínio da eficiência. É pena.

Ultimamente...

... parece que vivo num episódio gigantesco da Twilight Zone face a tantas e tantas coisas que vejo e leio. Good lord.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Uma música e letra do caraças... bem terapêutica.



O Passado é um País Distante

O passado é um país distante
que distante é a sombra da voz
o passado é a verdade contada
por outro de nós

Estranho som
o da memória a recordar
ao longe reconheço a casa
e a língua familiar
estranho, o som da língua
na frase familiar
o mar
galgou numa outra língua, o mar
nunca será demais lembrar
é um outro olhar para outro olhar

Estranha sombra
a que por vezes cobre o olhar
dir-se-ia que escurece só
p´ra então iluminar
as sombras a retalho
na face familiar
o mar
galgou por sobre a sombra, o mar
nunca será demais lembrar
é um outro olhar para outro olhar

Estranho sono
o que nos faz rememorar
na rua paralela o passo
outrora familiar
há casas tão mudadas
na rua familiar
o mar
galgou por sobre a rua, o mar
nunca será demais lembrar
é um outro olhar para outro olhar

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Dos casulos e das sementes... psilipe a tentar ser inspirador.

Partindo de uma frase de Rubem Alves, descoberta no Compêndio das Fuças, deu para pensar nisto...

Há coisas que têm o seu curso, o seu percurso. Por muito que gostemos de/nos defendamos com uma certa arrogância intelectual, em que nos revestimos de uma omnipotência batoteira o que é certo é que há coordenadas que não podem ser encontradas instantaneamente com um qualquer aparelho electrónico, que dispense reflexão, crítica, esforço e coragem... Tal como quem tenta ajudar uma borboleta a sair do casulo acaba por a matar, tal como quem desfaz a semente, antes de tempo, par a ajudar a crescer, acaba por matá-la, há certas coisas que não podem ser forçadas, nem sintetizadas quimicamente ou artificialmente. Têm, mesmo, de acontecer de dentro para fora... Mesmo. Mesmo que nos custe. Mesmo que não gostemos de nos resumir à nossa verdadeira significância.

Tenho dito.

GR(H)

É impressionante como a (aparente?) complexidade da gestão de recursos humanos acabe por levar a que as pessoas se fiquem pela simples gestão de recursos, desprezando a componente humana, aquela que, no fundo, constitui o verdadeiro catalisador das organizações...

domingo, 15 de abril de 2012

As pessoas que lidam mal com os imprevistos...

... devem adorar o blogue do psilipe. Não se passa nada nos últimos tempos. Bem tranquilo, bem previsível. Que terapêutico deve ser, em tempos de mutação desmesurada de tudo. Só por isso, só para proporcionar um oásis de constância é que não tenho publicado coisas. Quem é amigo, quem é?