quarta-feira, 18 de abril de 2012

Dos casulos e das sementes... psilipe a tentar ser inspirador.

Partindo de uma frase de Rubem Alves, descoberta no Compêndio das Fuças, deu para pensar nisto...

Há coisas que têm o seu curso, o seu percurso. Por muito que gostemos de/nos defendamos com uma certa arrogância intelectual, em que nos revestimos de uma omnipotência batoteira o que é certo é que há coordenadas que não podem ser encontradas instantaneamente com um qualquer aparelho electrónico, que dispense reflexão, crítica, esforço e coragem... Tal como quem tenta ajudar uma borboleta a sair do casulo acaba por a matar, tal como quem desfaz a semente, antes de tempo, par a ajudar a crescer, acaba por matá-la, há certas coisas que não podem ser forçadas, nem sintetizadas quimicamente ou artificialmente. Têm, mesmo, de acontecer de dentro para fora... Mesmo. Mesmo que nos custe. Mesmo que não gostemos de nos resumir à nossa verdadeira significância.

Tenho dito.

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