segunda-feira, 21 de maio de 2012

Um momento alto...

... que valeu bem mais do que uma Taça. Significou a reafirmação de identidade, de singularidade, de valores únicos e o sublinhar daquilo que Coimbra e a Académica representam. Foi lindo. Foi um privilégio lá ter estado e ter feito parte da festa. Sim. Assisti a uma festa, não a um mero jogo de futebol. Assisti a algo mais do que um jogo da bola, ou não estivesse em campo a Briosa... somos muito mais do que um colectividade do jogo da bola, por muito que tantos não o compreendam, respeitem e não usem da reverência a que o bom sendo obrigaria. Numa palavra, obrigado.


PS: depois de ter estado no Jamor, torna-se impossível entender que tantos e tantas critiquem o facto de a final da Taça ali ser jogada... A atmosfera é única e respira-se um ambiente que imuniza contra o mercantilismo que mina o futebol moderno (seja lá isso o que for...). Retirar a Taça do Jamor será contribuir para o seu declínio e para a sua morte enquanto festa do futebol e não, simplesmente, festa de três clubes ditos grandes.


4 comentários:

Manuela Cunha disse...

E viva a Briosa!!!

João Nunes disse...

Foi bem ganho... Mas "Essa Mancha" tem muito que se lhe diga...
Recordo o tempo em que por "lá" andei e sei bem que há poucos como tu, meu caro amigo. Com isto quero apenas dizer que no meio dessa febre de briosa não eram todos verdadeiros adeptos da académica. Estava "cheiiinho" de lampiões e de portistas... Esses que, recordo bem, se diziam Fortes adeptos da Briosa, mas quando a mesma jogava em casa contra os clubes deles, vestiam o emblema dos seus... e torciam CONTRA a académica...

Enfim...

tenho pena de ter perdido a taça. Mas sem dúvida que, se algum clube jogou para merecer o "caneco" foram vocês!

Sarabia disse...

Apenas vim aqui para partilhar o meu orgulho na nossa CAUSA ACADÉMICA e uma imensa alegria.
Um grande abraço Filipe.

Briosa para sempre

psilipe disse...

Manela, bem podes dizê-lo!

João Nunes "el-micaelense": não confundamos coisas, João. Não confundas a claque com uma massa adepta que se deslocou em massa ao Jamor. Claro que existem camaleões que viram a casaca clubística consoante o interesse... Mas, aquilo que se viu no Jamor, foi único. Mais de 15000 almas unidas pela Académica, milhares de capas, milhares de vozes a entoar a canção de Coimbra, o Jamor a viver uma verdadeira festa... Em suma, um arrepio.

Sarabia: retribuo-lhe um grande abraço académico, reiterando o meu/nosso orgulho na Causa Académica... foi um momento único, bonito, inesquecível e que ficará bordado a filigrana na memória académica. Somos, mesmo, singulares e únicos. Parafraseando-o, Briosa Sempre.