domingo, 30 de setembro de 2012

sábado, 29 de setembro de 2012

Uma primeira vez...

No mesmo dia ter passado por três ilhas dos Açores... Faial, Pico e Terceira. Duas viagens de lancha e uma viagem de avião pelo meio. E o amor pelos Açores a sair reforçado.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O novo logo da EDA...

Depois de mais um dia cheio de apagões, aqui fica a minha sugestão para o novo logotipo da EDA...


domingo, 23 de setembro de 2012

Se me perguntam...

Depois do empate verificado hoje entre a Académica e o Benfica apraz-me dizer o seguinte...


Se me perguntam se a arbitragem do Académica-Benfica foi má, digo que sim.

Se me perguntam se o Benfica perde pontos por causa da arbitragem, digo que não.

Se me perguntam se o Jorge Jesus é perito em desculpas, digo "claro".

Se me perguntam se as pessoas que criticaram a Académica depois da derrota na Liga Europa deviam comer as palavras, digo "bom proveito".

Se me perguntam se fiquei mais descansado depois do jogo de hoje, eu digo "uff"...

sábado, 22 de setembro de 2012

Um belo momento...

Um belo relato do golo da Académica na Liga Europa... Pareço uma menina a arrepiar-me com estas coisas.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

A Académica hoje...

... jogou na Fase de Grupos da Liga Europa. Perdemos? Sim. Podíamos ter jogado melhor? Sim. Fomos prejudicados pela equipa de arbitragem? Sim. Estou triste? Não. A Académica jogou, hoje, na Fase de Grupos da Liga Europa.

Depois de hoje...

... nunca mais bebo cerveja checa.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Por aquilo que se lê...

... no Público de hoje, aqui, parece que Deus Nosso Senhor, afinal, tinha uma nora.

Grande caos que vai haver na catequese no próximo fim-de-semana... Motins in progress.

Que Deus nos valha.

Luiz Goes morreu hoje

Texto psilíptico n'A União

Os senhores d'A União, jornal terceirense, pelo que percebi hoje, estão a fazer um teste de resistência aos seus leitores, testando a sua fidelidade e os limites da sua paciência. Penso que será essa a única razão que torna plausível terem publicado um texto meu na edição de hoje. Será que continuará a haver edição do jornal amanhã? Eis a questão...

Mariana: update Setembro '12


E porque não...

Criar um livro de elogios acoplado ao tradicional livro de reclamações? A minha proposta passa pela criação de um livro de reconhecimento/elogios que deveria ser complementar ao livro de reclamações. Se somos incitados a penalizar o erro, a incompetência porque não louvar a competência e a dedicação? Será que não poderia ser um incentivo ao trabalho de qualidade, uma fonte de reforço positivo (nomeadamente em organizações frias e hierarquicamente determinadas)? Fica a ideia, fica a proposta.

domingo, 16 de setembro de 2012

Uma distinção para o Geometrias Variáveis...

O Geometrias Variáveis foi hoje citado num artigo do Daniel de Sá, ilustre homem das Letras, na revista DI-XL do Diário Insular, periódico do burgo terceirense. Agradece-se a gentileza!

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Che bella machina...


Há marcas que conseguem compreender que é possível conjugar a modernidade com a história e que a actualidade só faz sentido contextualizada com a moldura do passado. Há marcas que percebem que os carros não são só veículos automóveis, são catalisadores de sensações e de memórias. A Alfa Romeo é um bom exemplo daquilo que refiro... Em cima um Alfa Romeo Giulietta (penso que da década de 50/60) presente no último MotorFestival no Caramulo, em baixo o actual MiTo (da primeira década do nosso século). Muito fixe constatar as semelhanças e as poucas diferenças.



quinta-feira, 13 de setembro de 2012

A austeridade e a (nossa) Saúde...

Enquanto nos obrigam a andar indignados e amputados, dei por mim a pensar no nosso Serviço Nacional de Saúde... E recuperei este pequeno vídeo que fiz há uns tempos, aquando da primeira vaga de austeridade.


Foi bom ouvir...

"Quando sabemos o que é o pânico, aprendemos a reconhecer a tranquilidade absoluta. E agora estou  completamente tranquilo..."

Os momentos em que sentimos que escolhemos a profissão certa são únicos.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Os fantasmas da Nação e da Região...


Há coisa de um ano, na ressaca das manifestações dos Indignados, psilipe escreveu um texto (que pode ser encontrado aqui) em que procurava traduzir o seu estado de alma, em função de toda a convulsão e efervescência social que emergiam na altura. Nesse texto, publicado num dos jornais do burgo terceirense, discorria-se sobre a forma como psilipe, sentindo que sempre procurara fazer esforços por responder ao quotidiano instável e difícil com um mínimo de responsabilidade, exequibilidade orçamental e capacidade de trabalho, se sentia perante um país gerido como uma autêntica mercearia de bairro. psilipe sentia-se  mais do que indignado,  sentia-se amputado. Amputado da possibilidade de sentir esperança no seu país, amputado de poder olhar para o futuro de Portugal e dos Açores com a tranquilidade que a sua condição de jovem pai lhe deveria permitir. Um ano passou e tal sentimento parece ter sofrido alterações. Tal como nas pessoas que sofrem amputações, e que continuam a sentir a parte do corpo que lhes foi subtraída, sentindo dores e comichões como se nada tivesse acontecido, psilipe continuou a sentir esperança e confiança no país onde veio ao mundo e na Região que escolheu para viver, trabalhar e constituir família. Tal como as pessoas sentem o membro fantasma, aquele que já não possuem após a amputação, psilipe tem convivido com a sua nação fantasma, com a sua região fantasma. Nos últimos dias, face à evolução voraz da saga da austeridade, psilipe confronta-se, de forma contundente, com o carácter fantasmagórico e amputado de coisas que julgava, ainda, serem reais e passíveis de sustentar a sua crença. Ao constatar o autêntico genocídio moral perpetrado por aqueles que guiam o País, e que mais o deviam defender, psilipe atingiu os limites para a negação, para o evitamento da realidade. Nunca passou pela sua cabeça que o facto de ser um jovem trabalhador, com família, uma filha pequena, um emprego dependente estável na função pública, uma actividade independente de sucesso razoável e uma perene vontade de fazer mais o tornasse um alvo a abater para o seu Estado. Nunca lhe passou pela cabeça ser vítima preferencial de tal genocídio estatal cujo limite insiste em ser constantemente retraçado, sem que qualquer limite seja, sequer, vislumbrado. Constata que parte do seu destino, que parte do valor do seu trabalho está entregue a conjunturas politicas, nacionais e regionais, em que se confundem prioridades, em que se trucidam perspectivas, em que a participação política é prostituída por uma pavloviana relação partidária de tantos, em que a cidadania se exerce em assomos sazonais na dependência dos períodos eleitorais, em que os mandatários de campanha se comportam como candidatos, em que os candidatos se encontram reféns de uma anacrónica, irresponsável e nojenta prometite, em que ao despedimento de uns se responde com a imposição de “contratos atípicos” ou oportunas prestações de serviços a outros, em que aqueles que mais deviam não conseguem, não estão interessados, não são capazes de se desviarem de um jogo de egos que impede a re-implantação cirúrgica daquilo que tem sido amputado, condenando-nos a já nem sequer conseguirmos sentir o País, a Região fantasma. Condenando-nos a que olhar para o futuro com esperança, confiança e optimismo seja um exercício de puro psicoticismo. Canalhas. Para quando uma brigada de Caça-Fantasmas, que capture os fantasmas de que estamos acometidos, sublimando, corrigindo as amputações que nos são impostas... 

E depois quer-se que as pessoas assistam a tudo de forma tranquila?... Crentes numa fantasia de serenidade do povo. Começam a haver sinais.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O segundo baptismo de psilipe

O dia de ontem ficou marcado por um segundo baptismo na vida de psilipe. Tal não quer dizer que psilipe tenha sido submergido, novamente, na pia baptismal, num regresso às hostes da cristandade, o que, a ser verdade, deixaria a sua progenitora (ainda não refeita da forma como, há perto de duas décadas, rejeitou a catequese) em total êxtase*. Simplesmente significa que, em muito boa companhia, repetiu pela terceira vez o baptismo de mergulho num local fantástico, onde já havia mergulhado: o local do naufrágio do Lidador.




O local está cheio de história e merece uma visita, como fica comprovado pelas imagens abaixo...




Fotos retiradas daqui, com a devida vénia.

Sendo a segunda vez que mergulhava no local, e podendo beneficiar de uma maior autonomia na gestão do mergulho, foi possível apreciar, ainda mais, o carácter terapêutico do mergulho, enquanto actividade que nos ensina/obriga a perceber que há coisas que têm o seu tempo, que há coisas que temos que aceitar que não controlamos e que é possível construir uma noção do tempo muito diferente daquela que os nossos ditames interiores parecem determinar. A repetir...

Seguir-se-á, o quanto antes, o curso de mergulho, assim que psilipe consiga convencer a sua cara-metade a acompanhá-lo...

* O que leva a que sempre que, por automatismo impensado, a expressão "graças a Deus" sai da boca de psilipe a sua progenitora diga, algo como, "estás a ver, meu filho... se não acreditasses não dirias isso..."

domingo, 9 de setembro de 2012

Que força é essa...

Quanto o genial Sérgio Godinho criou o tema "Que força é essa..." os tempos eram outros... Desejava-se que, hoje em dia, este tema fosse anacrónico. Não é.




Que Força é Essa
Sérgio Godinho

Vi-te a trabalhar o dia inteiro
construir as cidades pr´ós outros
carregar pedras, desperdiçar
muita força p´ra pouco dinheiro
Vi-te a trabalhar o dia inteiro
Muita força p´ra pouco dinheiro

Que força é essa
que força é essa
que trazes nos braços
que só te serve para obedecer
que só te manda obedecer
Que força é essa, amigo
que força é essa, amigo
que te põe de bem com outros
e de mal contigo
Que força é essa, amigo
Que força é essa, amigo
Que força é essa, amigo

Não me digas que não me compr´endes
quando os dias se tornam azedos
não me digas que nunca sentiste
uma força a crescer-te nos dedos
e uma raiva a nascer-te nos dentes
Não me digas que não me compr´endes

(Que força...)

(Vi-te a trabalhar...)

Que força é essa
que força é essa
que trazes nos braços
que só te serve para obedecer
que só te manda obedecer
Que força é essa, amigo
que força é essa, amigo
que te põe de bem com outros
e de mal contigo
Que força é essa, amigo
Que força é essa, amigo
Que força é essa, amigo
Que força é essa, amigo

És um mentiroso, Medo.


sábado, 8 de setembro de 2012


psilipe: um alvo num estranho genocídio?

Nunca passou pela cabeça de psilipe que o facto de ser um jovem trabalhador, com família, uma filha pequena, um emprego dependente estável, uma actividade independente com razoável rendimento, uma perene vontade de fazer o tornasse um alvo a abater para o seu próprio governo... o tornasse vítima de um genocídio estatal cujo limite insiste em ser constantemente retraçado. Há uns tempos escrevi que me sentia amputado... hoje começo a nem sequer pensar que sinto a parte que me foi amputada. Poderá ser, um dia qualquer, re-implantada?

Quem sabe... Alguém sabe?

Que estranha dor de alma que este genocídio moral provoca...

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

As gaffes de psilipe

Dando continuidade a uma saga já aqui relatada em três momentos (aqui na gaffe do jovem que só tem uma mão, aqui na gaffe do vendedor de botões de punho e aqui na gaffe do pastor evangélico), retoma-se o relato da estranha tendência de psilipe para lhe saírem pela boca todo o tipo de gaffes, com uma regularidade assinalável...

psilipe é interrompido numa consulta quando alguém bate à porta...

psilipe (depois de abrir a porta): sim?
mãe acompanhada de filha vestindo as duas de preto: já estamos aqui para a consulta.

psilipe (depois de vislumbrar a constância cromática entre as duas): então... hoje combinaram!
mãe acompanhada de filha: não... morreu a minha mãe.

psilipe (enquanto processa porque raio é que diz sempre estas coisas): já se deu, não é?...
mãe acompanhada de filha: pois.

Terminará por aqui esta saga... gostava psilipe que sim.

Para ouvir no super Mito

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Uma música que resume o dia futebolístico...

It's all about the money... uma musiquinha, apesar de bem fraquinha, que resume o dia futebolístico de hoje, com dedicatória especial ao Givanildo, Axel e Raul.


domingo, 2 de setembro de 2012

É oficial... - III

Já não chegavam as constantes aparições do sotaque terceirense e o evidente entusiasmo quando se vê na presença de touros nas touradas à corda na Terceira, eis senão quando, numa brincadeira com uma petiz de idade semelhante com quem se cruzou, a Mariana diz:

"Mamã, papá... sou um touro! Sou um touro!"

Felizmente, não existem mulheres nos forcados. Uff.