sexta-feira, 7 de setembro de 2012

As gaffes de psilipe

Dando continuidade a uma saga já aqui relatada em três momentos (aqui na gaffe do jovem que só tem uma mão, aqui na gaffe do vendedor de botões de punho e aqui na gaffe do pastor evangélico), retoma-se o relato da estranha tendência de psilipe para lhe saírem pela boca todo o tipo de gaffes, com uma regularidade assinalável...

psilipe é interrompido numa consulta quando alguém bate à porta...

psilipe (depois de abrir a porta): sim?
mãe acompanhada de filha vestindo as duas de preto: já estamos aqui para a consulta.

psilipe (depois de vislumbrar a constância cromática entre as duas): então... hoje combinaram!
mãe acompanhada de filha: não... morreu a minha mãe.

psilipe (enquanto processa porque raio é que diz sempre estas coisas): já se deu, não é?...
mãe acompanhada de filha: pois.

Terminará por aqui esta saga... gostava psilipe que sim.

1 comentário:

RD disse...

Mestre, as anteriores já eram boas e até bem cómicas, mas esta acho que superou tudo pela situação em causa.
Penso que tens de começar a trabalhar esta questão, antes que piore...se precisares de uma ajudadinha, havemos de tentar. :) Abraços