sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Che bella machina...


Há marcas que conseguem compreender que é possível conjugar a modernidade com a história e que a actualidade só faz sentido contextualizada com a moldura do passado. Há marcas que percebem que os carros não são só veículos automóveis, são catalisadores de sensações e de memórias. A Alfa Romeo é um bom exemplo daquilo que refiro... Em cima um Alfa Romeo Giulietta (penso que da década de 50/60) presente no último MotorFestival no Caramulo, em baixo o actual MiTo (da primeira década do nosso século). Muito fixe constatar as semelhanças e as poucas diferenças.



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