sábado, 8 de setembro de 2012

psilipe: um alvo num estranho genocídio?

Nunca passou pela cabeça de psilipe que o facto de ser um jovem trabalhador, com família, uma filha pequena, um emprego dependente estável, uma actividade independente com razoável rendimento, uma perene vontade de fazer o tornasse um alvo a abater para o seu próprio governo... o tornasse vítima de um genocídio estatal cujo limite insiste em ser constantemente retraçado. Há uns tempos escrevi que me sentia amputado... hoje começo a nem sequer pensar que sinto a parte que me foi amputada. Poderá ser, um dia qualquer, re-implantada?

Quem sabe... Alguém sabe?

Que estranha dor de alma que este genocídio moral provoca...

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