sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Aculturação terceirense - I

Passar quinze minutos à procura do carro num centro comercial, depois de um excelente almoço com velhos amigos. Perceber que estava no andar errado do estacionamento. Ter necessidade de telefonar à patroa, de quem me tinha separado há meia hora, para ter uma explicação do local onde deixámos o carro. Demorar mais cinco minutos até conseguir o carro. Ligar a uma amiga terceirense, A. P.,  a relatar o sucedido, entre risos cúmplices. Ter que concordar com ela:  o raio de acção de psilipe, no que toca a espaços comerciais, passou a ser o Modelo de Angra do Heroísmo.

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