quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

As situações em que ficamos sem palavras...

... são raras na vida de psilipe. Aliás, psilipe paga as suas contas conseguindo ser rápido e arguto a ripostar às mais variadas divagações do ser humano, no seu ofício de alquimista da alma. Pode, lá de vez em quando, verbalizar, dizer algo de menos interessante e relevante, enquanto ganha tempo e processa a informação, mas é raríssimo que não consiga ir além do silêncio.

Mariana (no carro): Pai, contas-me a história do Rei Dom Sebastão?
psilipe (enquanto franze o sobrolho, num típico momento "what the fuck?!"): ........................................................(longo silêncio)..............................................................................


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