sábado, 19 de janeiro de 2013

O que têm em comum Lance Armstrong e o taxista que me transportou ontem?

Pela sua postura, ainda que com gravidades muito diferentes, representam a triste, perversa e indigna vitória das ideias pré-concebidas sobre a liberdade de pensamento.

Ao senhor taxista, e não ao ciclista batoteiro, reconhece-se, igualmente, o sentido de humor... sugerir que uma corrida deve ser mais cara pelo facto de o táxi ser uma station wagon e não um carro normal é, como diria o meu amigo X., de valor.

Ao ciclista batoteiro, reconhece-se a capacidade de reconhecer o erro.

A nenhum dos dois se perdoa o facilitismo.

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