domingo, 6 de julho de 2014

Trinta e três ou como dizer "Obrigado, Mondrágon"

O trinta e três (33) é o número natural que segue o 32 e precede o 34, diz a Wikipédia. Diz o povo que trinta e três foi a conta que Deus fez. Disseram-me na catequese que é, também, a idade em que correu muito mal a vida a um filho de um carpinteiro, por altura do ano 33 depois dele ter nascido. Diz o cartão de cidadão que foi a idade que psilipe atingiu ontem.

Hoje iniciou-se a contagem decrescente para os trinta e quatro, os temidos trinta e quatro para psilipe.

Faryd Mondrágon, no Mundial que decorre por terras brasileiras, com quarenta e três anos, tornou-se o jogador mais velho a jogar em tal competição, ostentando o estatuto de jogador profissional.

Aos trinta e quatro anos, aprendeu a aceitar como verdade um psilipe petiz, os futebolistas deixavam de jogar. Aos trinta e quatro começavam a ser velhos demais para o desporto que psilipe tanto aprecia/apreciava, atingindo um malfadado estatuto de veterania. Os trinta e quatro estavam longe. Começaram hoje.

Obrigado, Mongragón. Obrigado negação por existires e por permitires que, tão confortavelmente, nos agarremos a ti.

Devaneios, e guarda redes colombianos, à parte, obrigado trinta e três por tanto e tantas coisas. Ser veterano é fixe*.


* Se a opinião mudar, há sempre que pensar que ainda faltam dez para os 43...

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