É fugir, senhores, é fugir!

Num raríssimo, e irónico, volte-face da história, a senhora da Raríssimas passou a utente da instituição que terá gerido conjuntamente com o herdeiro da parada, com base num paradigma alimentado a gambas e motores germânicos.

É que, pelo que vejo e leio, a senhora só pode ter contraído lepra, varíola ou peste bubónica, entre hoje e ontem, tendo em conta a quantidade de pessoas ilustres que dela fogem como o mafarrico foge da cruz.

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