O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - LXXXIV

Que a Mariana está atenta ao que se passa à volta dela e que a resposta, quando é rápida de mais, tende a enfermar de grandes lacunas no acerto e no rigor. Até em pequenas Princesas de oito anos.

Que, nalgumas alturas, aquilo que aprendemos com ela é, simplesmente, rir a bandeiras despregadas em conjunto com as pessoas que gostamos.

Que, rir em família, em ambiente de partilha, comunhão e amizade, sabe bem melhor.

Que a família está muito para além de simples laços de sangue e que a Mariana tens umas tias, tios e primos terceirenses à altura.

Que o pai da Princesa faz, mesmo, uns gins do caraças!

Contexto: jantar de Natal de parte da nossa família terceirense, em casa de uma das tias da Mariana, a L..

Como típico jantar de Natal que se preze, houve troca de prendas e tudo a que tivemos direito, até um sacrifício de um pequeno suíno, ali para os lados da Grota do Medo.

À chegada progressiva de tias e tios, a Mariana ia cumprimentando quem ia entrando.

Tia C. - Mariana, a prenda que comprámos para ti é muito fixe. É uma coisa que gostamos todos muito! É tão fixe que os adultos vão todos querer usá-la e jogar com ela! Consegues adivinhar o que é?

Mariana (com um ar que eu não vi, mas imagino) - Vocês deram-me uma garrafa de gin?!

Não. Deram um jogo bem divertido, devidamente experimentado ontem à noite. Por petizes e graúdos. E por graúdos do tamanho de petizes.

Bom Natal junto da(s) vossa(s) família(s).


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