segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

2018: aqui vamos nós...

Feliz Ano Novo. Que 2018 comece pequenino e que, todos nós, o consigamos fazer crescer e prosperar, com resiliência, paixão, compaixão, amor e crença. Sobretudo em nós.Só depende de nós.


Esta foto foi captada, sem filtros, naquela que chamei, numa publicação anterior, a árvore da vida. A árvore da vida, onde ficarão sempre memórias e pessoas (do meu pai aos meus avós) fica num terreno de família. Foi sempre um sobreiro altaneiro, bonito e frondoso que nos abraçava com cada ramo e que nos protegia com a sua solidez. Que nos transmitia a segurança de estar sempre ali, daquela forma boa que as árvores, e algumas pessoas, conseguem. Foi sendo morta, com malícia e num movimento vazio de sentimentos, por alguém que a foi envenenando e cortando, com minúcia, as suas raizes. A árvore da vida vai morrer. Mas ensina-nos, como se vê nesta foto, que há esperança. Se ela ainda luta, como podemos nós sequer pensar em não o fazer?

Que em 2018 aprendamos com a (minha) árvore da vida. E que vivamos a vida, como ela nesta foto, com coragem e com menos filtros. Vamos lá?

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