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A mostrar mensagens de Janeiro, 2009

Discos pedidos...

Tou sim... Sr. Ludgero? Era só para dizer que gosto muito do "Alvorada" e que queria ouvir o "Dream Brother" do Jeff Buckley... A quem dedico? À memória deste grande senhor... E à minha tia da Ribeirinha, à minha prima dos Altares e ao meu avô que está lá fora a lavar o carro...



PS: o exercício de ouvir rádio no carro na Ilha Terceira é tão agradável como o acto de espetar agulhas nas partes íntimas... No entanto, descobrem-se pérolas, ou seja, coisas tão estranhas e anacrónicas que merecem atenção. O Alvorada, da mítica Rádio Horizonte, é uma delas... Um programa de discos pedidos à moda antiga, como eu pensava já não existir... Mas nada iguala a jóia radiofónica do arquipélago, o poeta-bon vivant-radialista-auto-didacta-declamador-caçador de baleias Sidónio Bettencourt... Esse merece colecção de posts!...

Wah wah wah... Wah wah wah...

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Há alturas em que um exercício empático com a professora da turma do Charlie Brown, dos Peanuts, é inevitável... É que parece que, realmente, falamos um qualquer dialecto cacofónico em vez da mesma língua dos nossos interlocutores.


Man's (and woman's) best friend

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Serra do Cume, Terceira; Janeiro de 2009

Fly...

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Voo em parapente; Serra do Cume, Terceira; Janeiro de 2009

Serra do Cume, Terceira

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Chuva de estrelas...

Frase do nosso Ministro das Finanças Teixeira dos Santos: "Não há GPS para a crise, temos de nos guiar pelas estrelas, o problema são as nuvens"...

Resposta: "E se fosses para um sítio que eu cá sei com o teu sentido de orientação?..."

Could you repeat, please?...

Partindo das propaladas declarações de "nosso" Cardeal Patriarca, D. José Policarpo, apetece-me reformular um post que escrevi há uns tempos, penso que no outro pasquim que geria no blogger...

Conseguem dizer a palavra "ecumenismo" sem se engasgarem? O D. José Policarpo também não... Ou então é um grande brincalhão.

As questões fundamentais para a Humanidade - II: a marcha olímpica

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Se a ideia é chegar o mais rápido possível, premiando o atleta mais veloz, não era melhor correr? E porque não decidir o vencedor pelo estilo de rotação das ancas, com base numa média ponderada entra uma nota artística (com maior peso) e uma nota técnica?... Faria mais sentido.

Alguém sabe uma mezinha?...

Dão-se alvíssaras a quem sugerir um chá, erva, resíduo orgânico ou qualquer outra coisa que resolva a minha revolta crescente contra a mediocridade encapotada, mesquinhez e hipocrisia com que, de quando, em quando, me confronto... É que se este melting pot não me causar uma úlcera gástrica nos próximos tempos, então tenho um estômago de ferro e umas entranhas de super-herói. Sem que tenha dado por isso em vinte e sete anos de vida.

Voleibol...

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Já não me lembrava o quanto gosto de voleibol...

To change or not to change...

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Hoje apetece-me substituir o (já mecânico) "Yes, we can" por um "Let´s hope he can"... Apetece-me sublinhar o ideal da esperança, enquanto força motriz da busca por um mundo melhor, por uma mundo mais positivo, alicerçado numa real e verdadeira força colectiva, numa real gestalt social e não num mera somatório de seres que partilham a mesma espécie. Apetece-me destacar a forma como Barack Obama conseguiu ser um farol, ser alguém que, à escala global, conseguiu promover a esperança, mesmo num tempo cravejado de aversidades e descrença (apesar de os tempos de cólera que vivemos lhe terem servido à medida...). Mas também me apetece pensar que da habitual frieza cínica de Putin brotou uma das grandes questões e, simultaneamente, um dos grandes perigos que vivemos: se desta grande ilusão colectiva emergir um profundo sentimento de desilusão, as consequências serão, garantidamente, irreparáveis, sendo que a capacidade de sentir esperança e ilusão será a principal vítima.



Do you know what I mean?...

A mera permanência por meia dúzia de dias, quanto mais por um período superior a três anos, nos Açores tem uma relação directa com a quantidade de referências à possibilidade/obrigatoriedade de assimilarmos, por um qualquer processo de osmose linguística, o dito sotaque açoriano. Mesmo que se esclareçam as pessoas que o dito e malfadado sotaque se extingue em São Miguel, persiste uma vontade férrea de identificação de marcas exteriores do processo de aculturação que, virtualmente, acaba por acontecer. No entanto, o facto de não existir "sotaque açoriano" de São Miguel (que está para o bem falar português como o Bynia para a meiguice) não significa que não haja particularidades no falajar terceirense, muitas delas relacionadas com a miscigenação da Língua de Camões com o "americano", fruto do fenómeno da emigração para os Estados Unidos e da convivência próxima com os militares americanos da Base das Lajes. Aqui ficam algumas pérolas. Colocarei outras proximamente..…

Is your cat plotting to kill you?

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Os gatos são seres verdadeiramente apaixonantes, peculiares e misteriosos... O teste que vos deixo abaixo visa avaliar até que ponto é que todo esse mistério não estará alicerçado numa "hidden agenda". Através dele descobri que existe uma probabilidade de 91 por cento de a minha Siena estar a planear um plano para pôr termo à minah vida. Be afraid...

Castelo de Vide, Marvão e Belver...

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Por estes dias...

Lê-se: um livro delicioso chamado "The Miracle of Castel di Sangro" de Joe McGinniss (altamente recomendado a quem gosta de futebol e/ou a quem já viveu em Itália... Calado e Sargento, tomem nota!) e alguns manuais sobre modelismo (thanks to Zé Pedro)...

Ouve-se: Radiohead (não percebo como andei tantos anos com a mania que não gostava destes senhores...), Johny Cash, The Strokes, Massive Attack, Sérgio Godinhio, Herbie Hancock e, por estranho que pareça, um álbum de cânticos de Natal que contou com a participação da minha mãe...

Viu-se: Terminal... "Yes... Krakhozia..." e episódios em série da Anatomia de Grey.

Andou-se: pelos caminhos de Portugal, como diria o lendário Mário Gil (Marvão, Castelo de Vide, Crato, Belver, Alter do Chão,...).

Hello, houw are you?...

Este vídeo, dedicado a uma pessoa fantástica que me vai aturando nas minhas deambulações pela capital da metrópole, desperta em mim um fascínio grande. Não sei bem porquê... É um diálogo entre o Fred Aistaire e o Gene Kelly, que, se calhar pelo seu anacronismo e simplicidade, se torna delicioso, levando a um trautear constante da melodia. Heeeellooo! How are you?...

2008 + 1 = 2009

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Here I go...

Now what?...

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Para que conste...

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Face à evidente instabilidade da conjuntura económica, queria reiterar que este é o melhor carro do mundo... Não vá ele ficar ofendido pelos meus delírios consumistas...