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A mostrar mensagens de Março, 2011

E pronto...

...a família aumentou!

Fotos em breve...

Doutor Lula da Silva

O antigo presidente brasileiro, José Lula da Silva, doutorou-se, hoje, na Universidade de Coimbra. Dei por mim a pensar que o programa de entrada no Ensino Superior para maiores de 23 anos funciona mesmo...

Cerimónia do 25 de Abril cancelada no Parlamento em 2011

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Segundo o site online do Público, a tradicional cerimónia de comemoração do aniversário do 25 de Abril foi, este ano, cancelada...

Será que, tal como preconizou Manuela Ferreira Leite, terão início os seis meses de interrupção da democracia?...

Um país a ir ao fundo?

Hoje lembrei-me de uma frase que ouvi num programa de TV (Portugal, meu amor do jornalista Hugo Gonçalves) que adquire, nos últimos tempos, ainda mais sentido...

Dizia, há um ano ou dois, o jornalista que valeria a pena comprar uma casa perto da fronteira, do lado espanhol, para que, quando Portugal fosse ao fundo, se pudesse ter uma linda vista sobre o mar...

Acho que chegou a hora de uma visita imobiliária a Badajoz? Mais sugestões de destino? Alguém alinha num investimento num condomínio?...

Se o tiro nos pés...

... fosse uma modalidade desportiva, o palmarés do Sporting aumentaria mais que os juros da dívida pública portuguesa.

Eleições e mais eleições...

Porque é que me parece que a forma como decorreram as eleições no Sporting foi, apenas, um aperitivo para as próximas eleições legislativas?...

Merda!

To Jamor or not to Jamor...

Em contagem descrescente para o jogo do ano... Académica a um passo da final da Taça de Portugal e da Liga Europa. Ou por outras palavras, o dia em que psilipe pode concretizar dois dos sonhos que comandam a sua vida...

Sim. Estou a ficar ansioso.

"Estou concentradíssimo..."

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Parece-me que, no vídeo, quando o Futre refere, por várias vezes, "a nossa linha" quereria referir "a minha linha" e não seria, propriamente, uma alusão à orientação desportiva do clube...

Carlos Queiroz não rima com controlo de impulsos...

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Quem é que tinha razão relativamente ao Carlos Queiroz*, quem era? Começa por p, acaba em e e tem a palavra silip no meio...

Será que fui só eu que reparei que o Queiroz, quando activa o seu sotaque brasileiro, se assemelha imenso ao Scolari?... Nada corre bem a este homem.~



* Quando vejo o Carlos Queiroz nestas figuras, sinto sempre uma estranha nostalgia do senhor simpático de bigode e fato de treino que treinava os juniores há vinte anos atrás... Nunca acredito que é a mesma pessoa.

Desafio parental do dia - 26 de Março de 2011

Como ensinar ao meu rebento que a comida da Siena não é, propriamente, uma espécie de snack que se possa comer às mãos cheias...

Cigana Ariana?

Hoje, numa deambulação pela Internet, reparei que o jogador da bola Ricardo Quaresma rejeitou assumir a paternidade de uma criança chamada Ariana. Faz sentido.

As declarações do nosso Presidente da República sobre a recente crise política...

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Precários deste país...

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...uni-vos!

kirikiiiiiii....

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O Governo caíu. Sai um megafone para José Sócrates...

Porreiro, pá?!

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Ou então, não!
Dei por mim, numa das minhas crónicas quasi-madrugadas sem sono que consomem os meus saturados neurónios, a concluir que todos os protestos da Geração à Rasca* (que acho que é a minha) pecaram pela falta de solidariedade com o nosso Primeiro Ministro, José Sócrates Pinto de Sousa...

É que, no fundo, o senhor está numa situação mais precária do que grande parte dos manifestantes à rasca... Vejamos... tecnicamente responde perante dez milhões de patrões (o que só pode dar dores de cabeça...), não tem vínculo estável ao País mesmo exercendo funções permanentes, é muito mal remunerado face à complexidade das suas funções (comparando com os seus subalternos gestores públicos...) e, no fundo, estudou arduamente na Universidade Independente para poder passar a ser mais uma vítima da precariedade do próprio País.
Passaremos a ter mais um rosto para a precariedade, já amanhã?!


* Ando a congeminar, desde o dia 5 de Março, um post sobre esta coisa da Geração à Rasca... Lá chegarei…

Pensando bem...

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Esta história dos bombardeamentos em Tripoli faz com que a expressão "até a barraca abana" faça todo o sentido... Certo, Coronel?

Já nasceu...

... o novo membro da família! Mas ainda está na Maternidade...

Sensação de déjà vu....

Imagens de disparos flamejantes pelos céus da capital de um país dominado por um tirano psicótico, enquanto um senhor de cabelo armado dirime argumentos sobre o alcance dos mísseis Tomahawk e sobre as características das "anti-aéreas"...

19 de Março de 2011 - II

Ontem recebemos os papéis do Censos 2011. Tenho uma memória muito viva do Censos de 1991, quando contava a bela soma de nove anos de existência, e das cruzes que via serem feitas nos formulários. Lembro-me de atentar na sucessão de perguntas  e respostas e na forma como os "grandes" traduziam a sua vida num conjunto de papéis. Vinte anos depois, cabe-me a mim preenchê-los, em nome próprio...

19 de Março de 2011: o dia em que recebo prendas da creche e em que o Instituto Nacional de Estatística me pede para descrever a vida da minha família...

É impressão minha ou a aproximação dos trinta está a confundir uma certa pessoa?...

19 de Março de 2011 - I

Foi o dia em que, pela segunda vez consecutiva, o Dia do Pai voltou a ser bom.

Por favor não incomodar...

... nos próximos sessenta minutos. Estarei a assistir a um velório em directo do Alvalade XXI.

MC M - Académica morreria por ti

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E o prémio Nobel da incoerência vai para... José Sócrates!

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É impressão minha...

... ou a diminuição do IVA no golfe, de 23 para 6 por cento, tem o dedo dos Super Dragões?... A crise chega a todos...

"Gerações à rasca"

Com a devida vénia ao autor, Manuel Poppe, aqui fica uma interessante reflexão sobre o pós 12 de Março...




Gerações à Rasca


Havia a juventude e os outros.

Porque todos estamos à rasca.

Pertencemos a uma sociedade que não nos reconhece.

Ou nos vê de duas maneiras:

é desnecessária a nossa existência,

somos úteis enquanto escravos.

O governo vai apresentar novas medidas de austeridade.

Não terá informado o Presidente da República.

Institucionalmente, talvez tenha sido um erro

E digo “talvez” porque não sei.

Eticamente, fez bem.

Cavaco é um dos maiores responsáveis pelo desastre que vivemos e nem sequer é capaz de corrigir erros: é um medíocre mental.

À rasca estamos, de facto, nós todos.

E as novas medidas de austeridade não resolverão nada.

Empobrecem quem já é pobre.

O défice é do governo para com o cidadão.

Não é do país.

A dívida é o roubo da banca ao cidadão.

A culpa dos governos é governarem os interesses da banca.

Equilibrarão o défice... à custa do cidadão...

Daqui a um ano, em dívida, voltarão a pedir…

E não é que...

... comparando com as restantes músicas a concurso, a música dos Homens da Luta não é um vencedor assim tão injusto?...

Será que chegaremos ao PEC VI?...

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É preciso ter lata!

O país a ser confrontado com vagas consecutivas de austeridade, com tudo o que isso implica, e os jogadores do Sporting optam por meter férias dois meses antes...

É impressão minha...

... ou muitos daqueles que se dizem "à rasca" são os mesmos que, quando na Faculdade, ficavam na esplanada em dias de protesto ou de manifestações académicas?...

É excelente...

... trabalhar com um grupo de pessoas em que reconheço, sem excepção, qualidades que desejo que a Mariana tenha quando for gente grande. Psilipe likes this!

Regresso a Outubro de 2004...

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Corria o mês de Outubro de 2004, quando escrevi o texto que coloco abaixo no mítico "O Claustro", jornal do Núcleo de Estudantes da minha Faculdade. Quase sete anos depois, é assustador como há coisas que adquiriram, ainda mais, actualidade. E, há que dizê-lo, importa reconhecer a forma como a geração "à rasca", que clama por oportunidades de reinvindicação e que transpira pró-actividade, abdicou, tantas vezes, do seu papel de oposição e de luta em alturas em que tudo parecia bem mais confortável... 
O Claustro propõe-te um raciocínio de imaginação… Imagina que vivias num país qualquer em que as pessoas, por ordem dos Reitores das suas universidades, eram carregadas por polícias armados até aos dentes, e que para o Governo desse país, esse facto corresponderia a um uso justificado da força… E em que bens que deveriam ser para todos, como o direito a uma Escola Pública e justa, eram cada vez mais só para alguns… Imagina agora que o critério que permitiria às pessoas…

Ainda vão atrasar a chegada do nosso menino...

... com esta brincadeira.

Horizontes da memória...

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Não, de forma alguma discorrerei sobre o programa do José Hermano Saraiva*, até porque abomino a personagem em questão, mas sim sobre um possível significado da expressão... Sempre me chateou, magoou mesmo, a forma como o típico português é desprovido de memória, entendendo aqui memória como a capacidade de preservar aquilo que já passou, como a capacidade de, tal como Jano, olhar o futuro, sem esquecer o passado, de salvaguardar aquilo que já não sendo útil conta a história de alguém, de alguma coisa.

Sempre tive um estranho chamamento por ruínas, locais abandonados, fábricas desactivadas, uma vez que sempre me intrigou(aram) a(s) vida(s) que teria(m) passado por ali, as histórias que poderiam ser contadas, num quasi-exercício de animismo...

Os últimos dias foram combustível para essa (estranha?) tendência... Primeiro, numa visita à Estalagem da Serreta**, na Terceira, edifício emblemático, histórica e arquitectonicamente relevante que se encontra há muito ao abandono, apesar de ser…

Mariana: update Março 2011

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Fotografia captada na Zona de Lazer de Santa Bárbara, Ilha Terceira, pela sua progenitora.

Por estes dias...

Lê-se: o excelente suplemento do 21º aniversário do Público (na P2)
Ouve-se: Virgem Suta, António Zambujo, David Sylvian, As Canções da Leopoldina,...
Viu-se: As Bandeiras dos Nossos Pais, de Clint Eastwood, Baby TV,...

Uma singela sugestão...

Para quem gosta de fotografia, e da forma como a fotografia pode (e deve) contar histórias, vale a pena consultar as Fotogalerias, da secção Multimédia do site do Público. Podem encontrá-las aqui.

Boas imagens!

Abaixo o Carnaval, viva o Entrudo

Aqui há dias, em deambulações pelo Compêndio das Fuças, deparei-me com uma publicação do P.P. , comentada pela sua consorte, sobre a análise de um jornalista ao Carnaval que se pratica em Portugal... Pouco tempo depois pude ouvi-la, de viva voz, num comentário sobre o Carnaval de Ovar, em que era referido que se "tinha praticado o faz de conta... faz de conta que não está frio, faz de conta que se sabe dançar o samba..." O que ,e fez imenso sentido. E dei por mim a lembrar um pequeno "E" que encontrava colocado nos calendários no quadradinho reservado ao dia de Carnaval, que me intrigava quando andava na escola, em petiz. Se é dia de Carnaval, porque raio aparece um "E" e não um "C", pensava.

 Hoje dei por mim a pensar no Entrudo ou, dito de maneira diferente, a rejeitar, ainda mais, o entendimento bafiento e abrasileirado que se tornou regra em Portugal quando se aproxima esta altura do ano. Não deixa de ser irónico que o povo que se está a abr…

Linhas cruzadas, Virgem Suta

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Último concerto que vi, na Praia da Vitória, em Fevereiro. Bom espectáculo ao vivo, em que os dois músicos defenderam bem um reportório, ainda, demasiado curto. Recomenda-se.

Psilipe, podia dar-me um exemplo de uma força de expressão?

Grupo de trabalho custou 209 mil euros e reuniu-se uma vez em 14 meses - Sociedade - PUBLICO.PT

Utilizar a palavra "trabalho" nalgumas situações, como a que coloco acima.

Tiro ao boneco

Não consigo perceber como é que ainda alguém pode defender que o golfe é um desporto elitista, quando é praticado semanalmente pela maioria das claques de futebol. Há que actualizar ideias, meus amigos. A expressão "hole-in-one", pelo que tenho visto, agora designa o acto de conseguir abrir uma cabeça a um jogador da bola com um único lançamento da bancada...

Ordem dos Psicólogos = 4858000 de euros?...

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Antes de mais aqui vai uma pechinchinha* declaração de interesses... Não possuo qualquer preconceito de base anti-corporativo, nem me nascem borbulhas na alma quando penso na Ordem dos Psicólogos, enquanto conceito. Não deixo, no entanto, de me questionar sobre a forma como o mesmo conceito é, e será, aplicado, operacionalizado e, porque não dizê-lo, gerido. E falo de gestão porque a Ordem dos Psicólogos, atendendo aos dados vindos a público, movimenta um volume de dinheiro considerável, que advém das contribuições forçadas dos seus associados. Pelas minhas contas perto de cinco milhões de euros... O que constitui uma cifra considerável e que poderá permitir questionar a dimensão dos valores exigidos àqueles que se viram na contingência de integrar uma família que, porventura, não desejaram**.
A recente vaga de quotizações da Ordem dos Psicólogos, que implicou que todos tivéssemos que pagar os valores definidos, independentemente do rendimento, da situação profissional, da existência, …

Quality control

"Obrigado pela esperança..."

A família está quase, quase a aumentar...

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A felicidade numa só palavra...

... "papá".

Quality control

"O senhor muda a cabeça a uma pessoa... um gajo entra aqui com a ideia de assinar o papel para desistir e agora já não quer"...

Até quando...

... faz o que eu digo, não faças o que eu faço.

Austeridade...

Se me voltam a falar em austeridade, eu juro que puxo da pistola. E prometo que arranjo uma primeiro.

Para quê complicar... Uma excelente canção.

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"E a rua toda de olho arregalado
a perguntar: como é que conseguiu..."

António Zambujo

"Ordem dos Psicólogos"...

...é uma expressão que ouvida, lida ou dita me começa a despertar alguma irritação interior. E garanto-vos que não é só por estar obrigado a derreter (penso que a palavra mais adequada é esta, pelo menos até prova em contrário) perto de trinta contos (144 euros) para poder pertencer a uma família que não escolhi.

A ausência de uma Ordem dos Carpinteiros e Marceneiros é um argumento a favor de uma ambicionada inflexão profissional...

And the Oscar doesn't go to...

... viver na Terceira. Tradicionalmente, a cerimónia dos Óscares equivalia, para a minha pessoa, a uma inevitável alienação de umas horas de sono em favor do acompanhamento da cerimónia. Nunca me excitou o so called glamour da cerimónia (aliás sempre achei pavorosa os inefáveis directos da passadeira vermelha), mas agradava-me ver todas as categorias presentes (o que permite ir além dos prémios principais e perceber que o cinema é, realmente, uma máquina genial e multifacetada) e torcer pelos meus filmes
favoritos (normalmente, numa luta inglória contra o mainstream do mainstream).

Desde que estou na Terceira, onde o cinema continua a sofrer de um incompreensível atraso estrutural, a cerimónia dos Óscares começou a tornar-se, progressivamente, uma coisa distante. Sim, poderia ver os filmes todos e mais alguns baixando-os (como é ridículo não utilizar estrangeirismos, por vezes), mas, por razões que me recuso a indagar interiormente, tenho uma certa dificuldade em sacar filmes a metro…