Sim, os nossos rebentos também adoecem...
Quando as coisas das quais gostamos, que damos como adquiridas, onde nos projectamos apresentam enfermidades, chegamos ao território da ansiedade, do receio pelo futuro mais próximo e do temor da perda.
O nosso rebento mais recente, nos últimos dias, começou a apresentar uns sintomas estranhos que nos preocuparam, especialmente porque, há uma semanas, já tinha estado uma semana de molho a recuperar de um problema na coluna*. Uns estalidos quando mudava de direcção, um mal-estar em movimentos que, anteriormente, fazia sem problema nenhum e aí vai um progenitor aflito para junto dos especialistas que dominam as formas de recuperação destas maleitas. É uma sensação estranha quando nos separamos para que possam realizar um primeiro diagnóstico, enquanto assinamos o papel na recepção. O que poderá acontecer? Um problema sério que leve a mais um período de inactividade? Uma questão simples que apenas precise de um "aperto"?
Passavam os segundos e nada... A ansiedade acumulava-se, enquanto os especialistas passavam e outras pessoas, preocupadas como eu, caminhavam em círculo ostentando um ar carregado e preocupado, em simultâneo à chegada de novas pessoas com problemas para resolver, debitando queixas e dados pessoais na recepção.
Quinze minutos, meia hora... Finalmente, novidades! O MiTo está bom, outra vez. Bastou um aperto num tensor da coluna de direcção... Que alívio!
* Da direcção...
O nosso rebento mais recente, nos últimos dias, começou a apresentar uns sintomas estranhos que nos preocuparam, especialmente porque, há uma semanas, já tinha estado uma semana de molho a recuperar de um problema na coluna*. Uns estalidos quando mudava de direcção, um mal-estar em movimentos que, anteriormente, fazia sem problema nenhum e aí vai um progenitor aflito para junto dos especialistas que dominam as formas de recuperação destas maleitas. É uma sensação estranha quando nos separamos para que possam realizar um primeiro diagnóstico, enquanto assinamos o papel na recepção. O que poderá acontecer? Um problema sério que leve a mais um período de inactividade? Uma questão simples que apenas precise de um "aperto"?
Passavam os segundos e nada... A ansiedade acumulava-se, enquanto os especialistas passavam e outras pessoas, preocupadas como eu, caminhavam em círculo ostentando um ar carregado e preocupado, em simultâneo à chegada de novas pessoas com problemas para resolver, debitando queixas e dados pessoais na recepção.
Quinze minutos, meia hora... Finalmente, novidades! O MiTo está bom, outra vez. Bastou um aperto num tensor da coluna de direcção... Que alívio!
* Da direcção...

Comentários