Hoje foi dia de regresso ao mundo dos lugares esquecidos, na companhia do H. e do C.. Destino: o campus de Angra da Universidade dos Açores. Destino: mais um confronto de frente, doloroso, com a realidade de um país que renega o passado e que o esquece, demasiado rápido, sem ponderar custos (financeiros e emocionais).
Uma escola, uma Universidade, é um espaço vivo, com memórias, com história, elemento de passagem de milhares de pessoas, no seu percurso pelos trilhos do conhecimento e do desenvolvimento. Dizia o H. que, na primeira vez que tinha visto tal cenário, tinha ficado triste um dia inteiro. Compreendi-o depois de ver o que vi hoje.
Já lá vão, talvez, uns dois anos desde que a Universidade dos Açores, em Angra, abandonou o seu espaço na freguesia da Terra Chã, deslocando-se para novas e modernas instalações.
Passado este tempo, constata-se um estado de abandono total das antigas instalações e um vandalismo criminoso de assinalar. Uma Universidade na falência, com a sua missão …
Comentários
Entenda-se andar (no caso do Sporting) como uma forma simpática de me referir ao modo rastejante e lamacento que o meu clube tem apresentado. Um clube de amadores... E a Académica dá-se bem com amadores...
EU, NÃO VOU!
Manela: Isso só prova que és uma mulher de muito, muito bom gosto, coisa que não me surpreende mesmo nada!
Senhor ex-repórter do Claustro: espero que dia 20 de Maio seja um dia feliz para mim, admito. Pelo menos que não enfarde uma cabeçada do teu novo treinador/boxeur/wrestler/ídolo da Juve Leo. Já não era mau.