A Académica preocupa-me. Não agora, que estamos na pré-época, mas sempre. É uma constante na minha vida, rebocada por aquilo que me une a um clube, a uma causa, a algo que é mais do que um clube. Que tem que ser mais do que um clube, se todos o permitirem e quiserem.
Há alturas em que me preocupa mais do que outras. Este defeso é uma delas.
Chamar-me-ão pessimista, aludirão a um qualquer ódio primário àqueles que conduzem a minha Senhora, poderão, até, chamar-me retrógado e conservador (e traduzi-lo em inovadores e modernos dislikes), mas não consigo estar descansado, nem optimista este ano.
Há, atenção, pontos positivos que se saúdam. Que venham mais protocolos com clubes de outras paragens onde ainda haverá académicos (aguardemos, contudo, pela explicitação das suas características e pelos seus resultados, contudo). Que venham renovações importantes (Fernando Alexandre, Real e Magique foram óptimas notícias; Marinho, também, ainda que num patamar simbólico diferente), esperando que não…