Mensagens

A mostrar mensagens de Julho, 2014

Olhos nos olhos*

Imagem
* A propósito da recente criminalização dos maus-tratos a animais.

D. D. T.

Imagem

A propósito da integração da Guiné Equatorial na CPLP... a minha proposta de logótipo!

Imagem

Mariana: update Julho '14: está tudo aqui...

Imagem

Adeus...

Imagem
Saída do Navio Escola Sagres do Porto das Pipas, em Angra do Heroísmo. 
Momento muito bonito.
Foto captada por mim, à semelhança das outars que, por aqui, publico.

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - LI

Que a literalidade da interpretação das palavras faz parte do quotidiano de alguém de quatro anos.

Que, um quotidiano a brincar profissionalmente com as palavras e alguma incapacidade de desligar o chip, pode conduzir a equívocos e entendimentos enviesados.

Que os dói-dóis não são amigos da elaboração do raciocínio.

Segunda-feira de manhã... princesa Mariana arrisca um voo picado sobre a cama enquanto se prepara para se vestir... um edredon no chão, um tropeção, um pequeno pé de princesa contra a cama, um valente corte num pé...

Segunda-feira à noite... grande esforço para tratar a ferida entre guinchos, berros e choro por causa das dores que o tratamento implicaria. Pais chateados por um alarido desmesurado. Princesa triste.

Terça-feira à noite... repetição do dia anterior... pai de Mariana, aquele que nem sempre consegue desligar o chip, pega na princesa, com todas as lágrimas e muco que se pode imaginar, e tenta intervir.

Pai de Mariana: "Mariana, o que se passa?!"

Marian…

Ainda, e sempre, a Académica!

A Académica preocupa-me. Não agora, que estamos na pré-época, mas sempre. É uma constante na minha vida, rebocada por aquilo que me une a um clube, a uma causa, a algo que é mais do que um clube. Que tem que ser mais do que um clube, se todos o permitirem e quiserem.

Há alturas em que me preocupa mais do que outras. Este defeso é uma delas.

Chamar-me-ão pessimista, aludirão a um qualquer ódio primário àqueles que conduzem a minha Senhora, poderão, até, chamar-me retrógado e conservador (e traduzi-lo em inovadores e modernos dislikes), mas não consigo estar descansado, nem optimista este ano.

Há, atenção, pontos positivos que se saúdam. Que venham mais protocolos com clubes de outras paragens onde ainda haverá académicos (aguardemos, contudo, pela explicitação das suas características e pelos seus resultados, contudo). Que venham renovações importantes (Fernando Alexandre, Real e Magique foram óptimas notícias; Marinho, também, ainda que num patamar simbólico diferente), esperando que não…

Trinta e três ou como dizer "Obrigado, Mondrágon"

O trinta e três (33) é o número natural que segue o 32 e precede o 34, diz a Wikipédia. Diz o povo que trinta e três foi a conta que Deus fez. Disseram-me na catequese que é, também, a idade em que correu muito mal a vida a um filho de um carpinteiro, por altura do ano 33 depois dele ter nascido. Diz o cartão de cidadão que foi a idade que psilipe atingiu ontem.

Hoje iniciou-se a contagem decrescente para os trinta e quatro, os temidos trinta e quatro para psilipe.

Faryd Mondrágon, no Mundial que decorre por terras brasileiras, com quarenta e três anos, tornou-se o jogador mais velho a jogar em tal competição, ostentando o estatuto de jogador profissional.

Aos trinta e quatro anos, aprendeu a aceitar como verdade um psilipe petiz, os futebolistas deixavam de jogar. Aos trinta e quatro começavam a ser velhos demais para o desporto que psilipe tanto aprecia/apreciava, atingindo um malfadado estatuto de veterania. Os trinta e quatro estavam longe. Começaram hoje.

Obrigado, Mongragón. Obr…

O início de tudo

Imagem
"Tu levantas-te às quatro da manhã para ir tirar fotografias ao nascer do sol? Em altura de festas da cidade? Não podes ser bom da cabeça!"
Ainda bem.


Fotos captadas na Vigia da Baleia, no Raminho, Ilha Terceira.

Lugares esquecidos: Estalagem da Serreta

Imagem
A Estalagem da Serreta, que será alvo de reportagem no segmento "Abandonados" da Jornal da Noite da SIC no próximo Domingo, resiste ao abandono no seio da Mata da Serreta, no norte da Ilha Terceira, numa das minhas zonas preferidas da ilha.
Um edifício único, com um valor arquitectónico e patrimonial reconhecido, que, à semelhança de outros, agoniza votado ao vandalismo, desleixo e indiferença. É, consensualmente, reconhecida como uma obra de referência nos Açores e foi alvo de destaque quando, no início da década de 70, foi palco de uma famigerada cimeira que juntou Marcello Caetano, George Pompidou e Richard Nixon.
O arquitecto responsável chamava-se João Correia Rebelo e é de destacar a forma como o edifício foi implantado em respeito pelas formas naturais do terreno, na procura de um movimento simbiótico entre natureza e intervenção humana... quem conhece Angra do Heroísmo, e o seu elefante branco de cinco estrelas, saberá como é, infelizmente, muito fácil fazer o contr…