O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - LVI
Que "não há morte para o amor", mesmo.
Que "não há machado que corte a raíz do pensamento", nunca.
Que o orgulho preenche a alma, mesmo quando ela dói. Que o amor sublima a saudade.
Mariana (caminhando, fitando os olhos do avô paterno, numa foto emoldurada que trazia nas mãos): Tenho saudades do pai do pai...
Pai de Mariana (a fazer-se de forte): Como é que podes ter saudades de alguém que não conheces?
Mariana: Mas tenho. Tens saudades do teu pai?
Pai de Mariana: Sim. Muitas.
Mariana: Mesmo sem o ter conhecido ele pode ser meu avô na mesma?
Pai de Mariana (a fazer-se de forte): Sim. Claro que sim.
Que "não há machado que corte a raíz do pensamento", nunca.
Que o orgulho preenche a alma, mesmo quando ela dói. Que o amor sublima a saudade.
Mariana (caminhando, fitando os olhos do avô paterno, numa foto emoldurada que trazia nas mãos): Tenho saudades do pai do pai...
Pai de Mariana (a fazer-se de forte): Como é que podes ter saudades de alguém que não conheces?
Mariana: Mas tenho. Tens saudades do teu pai?
Pai de Mariana: Sim. Muitas.
Mariana: Mesmo sem o ter conhecido ele pode ser meu avô na mesma?
Pai de Mariana (a fazer-se de forte): Sim. Claro que sim.
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