Hoje, cá em casa, acompanhou-se o jogo entre a Académica e o (ler alto) Porto (ler baixinho) B. Jogo interessante, em que a equipa mais interessante das duas conseguiu uma vitória in extremis, no último lance do jogo.
Hoje, cá em casa, sofreu-se a bom sofrer.
A mãe da Mariana saiu de casa, durante o jogo. Algures, pela segunda parte, a Princesa juntou-se ao seu pai, no aconchego do sofá, com a melhor equipa do mundo em vantagem. Foi, a partir daí, o melhor jogo da Académica que vi, fosse qual fosse o resultado.
Entretanto, a mãe da Princesa regressou. Entretanto, o (ler alto) Porto (ler baixinho) B, num tributo à injustiça, empatou o desafio*, levando a um aumento exponencial da tensão que se vivia no sofá cá de casa.
Os ventos da fortuna e da justiça trouxeram o empate, no último sopro do jogo, num lance pleno de abnegação de uma equipa que, hoje, orgulhou.
O pai da Princesa saltou e gritou com a Princesa ao colo ("Pai, estás a magoar as minhas costelas!"), sob o olhar ben…