Que a Mariana está atenta ao que se passa à volta dela e que a resposta, quando é rápida de mais, tende a enfermar de grandes lacunas no acerto e no rigor. Até em pequenas Princesas de oito anos.
Que, nalgumas alturas, aquilo que aprendemos com ela é, simplesmente, rir a bandeiras despregadas em conjunto com as pessoas que gostamos.
Que, rir em família, em ambiente de partilha, comunhão e amizade, sabe bem melhor.
Que a família está muito para além de simples laços de sangue e que a Mariana tens umas tias, tios e primos terceirenses à altura.
Que o pai da Princesa faz, mesmo, uns gins do caraças!
Contexto: jantar de Natal de parte da nossa família terceirense, em casa de uma das tias da Mariana, a L..
Como típico jantar de Natal que se preze, houve troca de prendas e tudo a que tivemos direito, até um sacrifício de um pequeno suíno, ali para os lados da Grota do Medo.
À chegada progressiva de tias e tios, a Mariana ia cumprimentando quem ia entrando.
Tia C. - Mariana, a prenda que com…