O que aprendeu, hoje, com a Mariana... - XCII
Corria o ano de 1996, e na antecâmara de mais um jogo da Académica, fazia-se o habitual percurso para o estádio, o saudoso Calhabé, versão anterior (mas com mais identidade) do actual Estádio Cidade de Coimbra.
O percurso para o estádio tinha o seu quê de sacramental. Aprendeu-se com o avô da Mariana que era a única altura em que queimar os limites de velocidade era permitido, num mandamento que se mantém inviolável nos dias de hoje. Nesse ano de 1996, o ZX vermelho lá de casa passou entre os pingos da chuva dos radares de velocidade com uma fortuna incomensurável por várias vezes.
Além do rebentamento dos limites de velocidade, havia outros mandamentos, professados num movimento de partilha que só quem aprecia o jogo da bola consegue compreender e, empaticamente, sentir.
Ouvir o rádio, à ida para o jogo, na Rádio Regional do Centro para aquilo que, hoje, se chama projecção do jogo. Ouvir o onze inicial, discutir as opções e criticar as opções do treinador, encontrando, sempre, melhor…
O percurso para o estádio tinha o seu quê de sacramental. Aprendeu-se com o avô da Mariana que era a única altura em que queimar os limites de velocidade era permitido, num mandamento que se mantém inviolável nos dias de hoje. Nesse ano de 1996, o ZX vermelho lá de casa passou entre os pingos da chuva dos radares de velocidade com uma fortuna incomensurável por várias vezes.
Além do rebentamento dos limites de velocidade, havia outros mandamentos, professados num movimento de partilha que só quem aprecia o jogo da bola consegue compreender e, empaticamente, sentir.
Ouvir o rádio, à ida para o jogo, na Rádio Regional do Centro para aquilo que, hoje, se chama projecção do jogo. Ouvir o onze inicial, discutir as opções e criticar as opções do treinador, encontrando, sempre, melhor…