A propósito do Dia de São Valentim, uma memória sobre o amor
Quem me conhece sabe que tenho um gosto particular por dois tipos de construções humanas: pontes e faróis. Falo muito de pontes e ainda mais de faróis. Não consigo resistir a fotografar faróis, até os mais modestos. Aliás, não tendo sido alquimista da alma, acho que seria feliz a engendrar pontes e faróis.
Seria feliz a imaginar estruturas que contêm tanta poesia, que unem, que avisam, que ajudam, que sublimam a aspereza dos elementos e que nos fazem poder ir mais além. Que nos fazem ser maiores, mais corajosos e melhores pessoas. Que estão sempre lá. Não o conseguiria, por muito que quisesse.
Há pessoas que surgem na nossa vida que conseguem ser tudo isso, sem esforço, simplesmente sendo aquilo que são. Conseguem conjugar o ser ponte com o ser farol. Hoje faz anos uma dessas pessoas. Hoje faz anos a Célia. Hoje faz anos a pessoa que me deixa fazer parte da vida dela há, quase, vinte anos.
A Célia é ponte e é farol, como mãe, como mulher e como amiga. Nem sempre as pessoas o percebem, de…
Seria feliz a imaginar estruturas que contêm tanta poesia, que unem, que avisam, que ajudam, que sublimam a aspereza dos elementos e que nos fazem poder ir mais além. Que nos fazem ser maiores, mais corajosos e melhores pessoas. Que estão sempre lá. Não o conseguiria, por muito que quisesse.
Há pessoas que surgem na nossa vida que conseguem ser tudo isso, sem esforço, simplesmente sendo aquilo que são. Conseguem conjugar o ser ponte com o ser farol. Hoje faz anos uma dessas pessoas. Hoje faz anos a Célia. Hoje faz anos a pessoa que me deixa fazer parte da vida dela há, quase, vinte anos.
A Célia é ponte e é farol, como mãe, como mulher e como amiga. Nem sempre as pessoas o percebem, de…