Alerta vermelho
Ver um ministro a dar uma volta olímpica nos locais onde tudo ardeu, onde o medo imperou e onde o trauma ainda vive, numa alegre "celebração da vida", das vitórias conquistadas e das excepções à regra, é só repugnante.
E uma ofensa para quem perdeu, quem temeu e para quem tem feridas, visíveis e invisíveis, que sararão muito tempo depois do rescaldo da última labareda.
Alerta vermelho para a falta de decência e para o parasitismo.

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