O corredor esquecido

Um corredor de memórias. Morreu-se, viveu-se e renasceu-se por aqui. Chorou-se de tristeza, raiva e alívio, à vez.


Tentou-se controlar o incontrolável. Renegou-se e procurou-se o divino, ao longo de muitos anos.

A morte a jogar ao toca e foge com a vida, numa montanha russa de emoções. Viu-se o fim que tantas vezes terá substituído a esperança do recomeço.

Continuemos, então, a percorrer todos os corredores.

Foto captada, ontem, em Angra.

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