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Recorde olímpico...

Meus amigos, 12 posts numa hora e 48 minutos! Usain Bolt, prepara-te! Be afraid...

Nocturnos (sem ser de Chopin...) III

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Roma, l'a città eterna, pela noite.



Nocturnos (sem ser de Chopin...) II

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Vista das festas na Praia da Vitória, a partir do Monte do Facho.

Nocturnos (sem ser de Chopin...)

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Praça Central de Santa Cruz da Graciosa, na Ilha Graciosa.

Acho que o meu relógio biológico anda estranho...

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J.O.T.

Dado que, ao longo da história dos Jogos Olímpicos, a inclusão de algumas modalidades sempre foi realizada atendendo a critérios pouco claros, proponho, como forma de protesto, a criação dos Jogos Olímpicos Terceirenses, que incluam modalidades adequadas à matriz cultural e à tendência antropomórfica do homus terceirensis... Várias hipóteses, com medalhas garantidas para os prezados desportistas da Ilha de Jesus:
- voyeurismo na Praínha e Silveira;
- número de carros lavados nas manhãs domingueiras, em plena via pública;
- total ausência de utilização do pisca-pisca;
- ocupação da via pública para realização de chamadas telefónicas;
- maior número de acessórios esteticamente discutíveis num mesmo veículo automóvel (categoria reservada aos desportistas de São Mateus e Porto Judeu);
- luta greco-romana com o gargalo da mini;
- dimensão da vermelhidão no corpo em resultado de inúmeros "chapas" após mergulhos inconscientes;
- and so on...

Para que conste...

Para as pessoas que, recorrentemente, me dizem que eu ando a ficar "muito Gato Fedorento" venho por este meio declarar que antes de tal clã de criativos aparecerem, eu já dizia, e me divertia com, coisas estapafúrdias, já apreciava pequenos acontecimentos fortuitos, já me ria sozinho e reparava em coisas que mais ninguém liga, já ligava a pequenas particularidades da Língua Portuguesa… Era só para constar… Vá… Quero ver alguém dizer ao RAP “Meu, estás mesmo Filipe Fernandes!...”

Novo lema olímpico

Novo lema olímpico:

sitius, altius, fortis, foguius (Vanessa Fernandes, 2008).

Ou, em português:

mais longe, mais alto, mais forte, fogo pá!... (Vanessa Fernandes, 2008).

Empreendedorismo português...

Falando em bombeiros, fiquei chocado com a prisão de um soldado da paz em Marvão, Alentejo. Numa altura de crise económica, em que o emprego é um bem precioso, em que António Borges nos recomenda inovação e imaginação na actividade económica, prende-se um homem que criou o seu próprio emprego e que contribuiu para o número de postos de trabalho que o nosso Primeiro-Ministro prometeu criar até ao final do ciclo legislativo. Ok... O homem era bombeiro e ateava fogos, mas não deixou de ser mais empreendedor que muitos...

Chamem os bombeiros...

Voltando aos Jogos Olímpicos, ocorreu-me uma maneira de garantir uma medalha de ouro para a participação portuguesa em Londres 2012... Há que criar condições para que Vanessa Fernandes chegue à medalha mais desejada. O treino é importante, segundo a jovem, o Nestum com mel mais ainda, mas há que alterar a dinâmica da modalidade em que concorre. Há que criar o Tetratlo, ou seja, natação, ciclismo, atletismo e o cálculo do número de vezes em que é dita a expressão "fogo pá!" em declarações à imprensa. Medalha garantida...

Chinesices, vermelhices e afins...

Nos últimos tempos, o meu imaginário, e as minhas horas de sono, têm sido invadidas pelos Jogos Olímpicos. Os JO sempre despertaram em mim um fascínio imenso, pela mensagem que professam, apesar da forma como vão sendo progressivamente desvirtuados. O expoente máximo deste processo foram os últimos JO. Como fã incondicional do fenómeno desportivo que sou, a constatação do aproveitamento político do desporto deixa-me tão satisfeito como a ideia de urtigas em partes privadas. Terei sido só eu que fez uma identificação entre a China e um daqueles casais disfuncionais em que a relação aparenta ser funcional apenas na companhia de outros? Terei sido o único a identificar a China com aquelas famílias que apenas arrumam e limpam a casa quanto têm visitas? Terei sido o único a não conseguir apreciar a beleza siliconada da cerimóia de abertura? Terei sido o único a estar atento?...

Hiato...

Hiato... fiz um hiato na escrita sistemática em blogs em nome próprio... Em respeito pela minha cruzada pessoal de utilização massiva e despropositada de palavras incomuns da Língua Portuguesa (gosto de palavras como profícuo... e agora?!), esta minha criação só poderia começar com algo como "hiato"! E como todo e qualquer hiato que se preze, tem que ter um fim. Este termina com a escrita destas linhas, que começam a traçar as arestas das minhas geometrias variáveis...

1,2,3... Experiência...