As pequenas inconsistências e particularidades da língua portuguesa despertam em mim um profundo interesse... Voltando ao post anterior, a frase proferida pelo jovem da AAC não faz sentido nenhum... Explico, pensando num soquete do Gato Fedorento que abordou uma problemática semelhante, ou o puto me dizia "és caloiro, pá?", usufruindo de um potencial estatuto de superioridade académica, ou então não me perguntava nada... Se eu tivesse respondido sim, a única hipótese seria uma dramática, porventura cómica, sequência comunicacional... ~
Jovem da AAC - "O senhor é caloiro?..."
Gajo de barba, com uma barrifa indomável, com um ar quase trintão - "Sim..."
Jovem da AAC - "Ah é? Piolho insignificante!... RASTEJA CALOIRO!..."
Há que ter cuidado, senhor jovem da AAC...