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É gajo para ser uma alegia ou coiso

Tenho tido a ideia que, sem que perceba porquê e sem que faça nada de particular para o provocar, irrito uma ou outra pessoa que comigo se vai cruzando... Tenho-me esforçado, acreditem, por perceber os porquês de tal facto, até porque não gosto da sensação. Não tenho chegado a conclusão nenhuma... Mas quando perceber, logo vejo o que farei. É que descodificar este segredo pode vir a ser muito divertido. Para mim, claro.

Prós e contras de viver na Terceira # 4

Um dos contras que me chateia mais é o facto de as pessoas de quem gosto irem muitas vezes embora, é o facto de a ilha, ou se calhar todas as ilhas, funcionarem como plataformas de passagem para tantos e tantas.

Sai um petardo da Mariana!

Hoje deu para perceber que a Mariana está para os pontapés na barriga como o Barroso* estava para os golos de fora da área...



* Futebolista que passou por dois dos clubes grandes do futebol português: Académica e Porto.

A casa da Mariana*

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* Este vosso escriba, e a respectiva consorte, agradece os contributos fornecidos por V. Ex.as, alguns posts atrás, mas, comvenhamos que Azarias, Melani, Branda, Morgana, Abraona, Giovenália ou Agenora (?!)...

E o programa das festas tem sido...

Lê-se: "Pavilhão dos Cancerosos" de Alexandre Soljienitsine, pela terceira ou quarta vez;
Ouve-se: Arcade Fire, Johny Cash, Damien Rice, Rita Redshoes (nota mental: levar CDs para o carro... já chega desta senhora. Eu até gosto, mas...), Nina Simone, Joy Division,...;
Vê-se: Rudo y Cursi (graças aos dotes de pirataria do P.P.);
Admira-se: a barriga da C. várias vezes ao dia.

E o dilema de hoje de psilipe é...

Não é bem um dilema... É mais a incapacidade de dar resposta, de forma clara e inequívoca, a uma questão que me foi colocada hoje pela C....

C: "Então, tu não queres voltar para Coimbra?..." psilipe (em pensamento): "Pois...coiso..." Pois.

Prós e contras de viver na Terceira # 3

Ser um apaixonado por jornais é uma grande desvantagem na Terceira. Por um lado, os jornais nacionais só surgem depois do almoço ou, por vezes, ao final da tarde (o que acontece ao Sábado, por exemplo), sempre dependentes das contingências das ligações aéreas; por outro, os jornais locais estão pejados de gente que os utiliza como um megafone fácil para fazer eco de futilidades, verborreias partidárias ou, simplesmente, para ter um prolongamento do ego que passe por uma rotativa... Fosse como no Astérix e o problema estaria resolvido. É que no fim das histórias o irritante bardo, Assurancetourix, era devidamente neutralizado para descanso da comunidade... Digamos que na Terceira, os bardos são tantos, com canais de expressão tão facilitados que competem pelo som de harpa mais sonante, numa lógica diária...

Gosto destes senhores *

* Só para provar que não me estou a tornar num burguês de Angra do Heroísmo**...

** Epíteto muito comum na Terceira para designar as pessoas que, sendo de Angra, da "cidade", olham com desprezo para as pessoas das outras "freguesias" da Terceira, mesmo que estas distem dois ou três quilómetros da "cidiade"...

Prós e contras de viver na Terceira # 2

Costumo dizer, quando me perguntam como é estar na Terceira (o que acontece tantas vezes quantas as vezes que o Alberto João Jardim imagina como será a bandeira da República da Madeira, quando esta for independente), que é tudo uma questão de ponderação de prós e contras, que há aspectos negativos, mas que, também há inúmeras vantagens. Eu sei que o que vou dizer a seguir é estupidamente burguês, mas o que é certo é que no Domingo joguei duas horas de golfe e vi um concerto fantástico por menos de dez euros. Sim, tem água por todos os lados, é claustrofóbico, mas...

É a cultura, estúpido!

No passado Domingo, fui ver um concerto deste senhor, Philippe Jaroussky, um contra-tenor francês, no âmbito de um Festival de Música que ocorre todos os anos pelas nove ilhas dos Açores. Não sou, nem nada que se pareça, um apreciador de música erudita mas, atendendo ao valor do senhor e a uma recomendação do D.R., lá fui. O facto de ser grátis, sinceramente, também ajudou... E digo-vos que foram duas horas que só podem fazer bem aos sentidos.

Acompanhamento vs fazer companhia: descubra as diferenças (se conseguir)

É impressionante a quantidade de pessoas que confundem empatia com simpatia, ou seja, que não percebem a diferença entre acompanhamento técnico e, simplesmente, fazer companhia seja lá a quem for. É que não é a mesma coisa, senhores.

Empatite ou o desejo de aprender a arte da Carpintaria

Funciono mal com períodos consecutivos de trabalho. Preciso de, de quando em vez, recarregar as baterias. Não consigo compreender aquelas pessoas que optam por realizar um período único de férias, no lugar de pequenas paragens terapêuticas ao longo do ano. Há uns tempos a esta parte, comecei a constatar que as minhas baterias, como nos velhos telemóveis, estão, concerteza, viciadas e com uma facilidade de recuperação bem menor... Talvez por isso, ou por outra coisa qualquer, nos últimos tempos, tenho sido acometido por surtos intensos daquilo que designo por "empatite". Ou seja, uma incapacidade marcada de me desligar dos problemas, sofrimento, desconforto, questões e questiúnculas que outras pessoas, sejam lá quem forem, apresentem. Ter empatite, posso-vos garantir, é desconfortável e conduz a uma excessiva sensibilização do paciente empático ao sofrimento e desconforto alheios em prejuízo do seu bem-estar, tranquilidade e paz de espírito... É minha crença que a empatite é …

Pai, o que significa "autofagia"?

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É mais ou menos isto:

"Todos os regimes totalitários deviam ser proibidos pela Constituição!" - Alberto João Jardim, El-Rei da Madeira...


Percebido?...

Mistérios insondáveis

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Há uma música dos Mão Morta, chamada "Tu disseste", que contém uma expressão que, recorrentemente, me vem à memória... Diz algo como:

Tu disseste "quero saborear o infinito" Eu disse "a frescura das maçãs matinais revela-nos segredos insondáveis"
Hoje, mais uma vez, constatei que, ao contrário do que seria de supor, as maçãs matinais e a psicoterapia têm muito, muito em comum.

Para o Major Tom que há dentro de nós...

A música chama-se Space Oddity, de David Bowie, e é do longínquo ano de 1969; terá daqui a quatro dias direito a uma edição especial de comemoração das quatro décadas. Chamem-lhe piegas, chamem-lhe um "mini-melodrama", chamem-lhe o que quiserem... É uma música do caraças.

Sei anni fa

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"Ddadda curtzette*"... Ecco un po' si sardo, spcecialmente, per la piccola sorella francese.


* Queste due parole significanno piccola sorella nell dialetto sardo, stilo lugodorese... :)

E o dilema de hoje de psilipe é...

...como conseguir convencer um rebento do sexo feminino do carácter fulcral, na vida de qualquer ser humano completo, da importância de acreditarmos em algo superior a nós, em algo que nos suplanta e em algo que confere (mais) significado à nossa existência terrena. Ou seja, como vou conseguir que uma miúda seja da Académica e que dê sentido à proposta de novo sócio que tenho colada no frigorífico...

Prós e contras de viver na Terceira # 1

Contra # 1 * - Sendo o espaço geográfico mais pequeno é muito mais difícil evitar chocar com todas as lesmas, nativas e não nativas, que se arrastam pelas ruas, jornais e programas de televisão indígenas em busca de protagonismo estéril e de uma qualquer ascensão rápida a seja lá o que for... E como complica, nesse arrastar lento e viscoso, o sentido (verdadeiramente) crítico e a expressão de opiniões (verdadeiramente) próprias.

* Não necessariamente a mais importante, mas aquela que mais me está a irritar hoje...

Summer time

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Um pedaço do Verão, versão 2009, na Ilha Terceira.


Passatempo "Quero ser eu a dar o nome ao feijão*"

Pois é... A interactividade chega às Geometrias Variáveis com um passatempo** nunca antes visto. Com apenas um comentário neste post poderão contribuir para a escolha do nome do futuro membro do meu clã.

A forma de participação é simples e o regulamento também... O regulamento, pura e simplesmente, não existe; a forma de participação resume-se à realização de um comentário em que deverão colocar dois números: o primeiro entre 6 e 96; o segundo entre 1 e 24.

Através do mítico "Grande Almanaque dos Nomes de Bébé"***, conseguirei identificar o nome correspondente à cada sugestão, bastando para tal consultar a página (entre 6 e 96) onde se encontram os nomes e contar entre 1 e 24 os nomes que se encontram ordenados na página.

Posteriormente colocarei em comentário as sugestões de V. as Ex.as.

A título de exemplo: 13; 10 --> obtemos a bela graça de Albertine. Sim, senhor!

* Ou feijoa.
** Quanto aos prémios, falaremos um dia, ok?...
*** Publicação brasileira ("100 páginas por 2 r…

Pelo menos posso tentar ser caddy...

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"Temos que inventar um torneio de golfe sem bola para o Filipe"...
Ora aí está uma frase do sr. E., profissional de golfe, que traduz a minha evolução na prática do golfe e ilustra o óptimo treino de resistência à frustração que o golfe permite.

Feel the azorean spirit *

Correr o risco de ter um voo cancelado por condições meteorológicas a meio de Julho...

* Slogan da SATA **

** A SATA está para os açorianos como a Moisés Correia de Oliveira ou a mítica AVIC para os conimbricenses...

psilipe's system near overload

Where is my mind, Pixies

O Juízo Final...

Acabei de ser cumprimentado por um senhores, no aeroporto de São Miguel, de bata e com uma máscara na face, que me qustionaram, igualmente, sobre as minhas dúvidas sobre a gripe A... Não fiquei assim muito assustado. O som das suas vozes, pelo efeito da máscara, é o mesmo se colocarmos uma mão à frente da boca e começarmos a emitir sons... E é isso que me está a irritar. Será que, daqui a uns tempos e até ao Juízo Final, nos vamos ouvir a todos dessa maneira abafada... Não gosto.

Esta camisola lembra-me qualquer coisa...* **

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* O que só prova que há profissionais de marketing com óptimo gosto! ** Pela cor da camisola alternativa, quer-me parecer que o SLB vai lutar para não descer...