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Areia a mais para a camioneta...

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Quando percepcionamos uma clara disparidade entre a quantidade de areia a transportar e a dimensão do nosso meio de transporte interior, o que fazer? Fazer tudo para diminuir a areia a transportar, ou seja evitar defensivamente, ou reforçar a camioneta, ou seja atacar a fera?...



Santa Casa da Misericórdia da Académica

Após o jogo de hoje, proponho uma mudança de designação e de ramo de actividade para a Académica. Analisando variadíssimos exemplos, não é difícil constatar que qualquer jogador que não marque golos há mais de 3000000 minutos, ou qualquer equipa que não ganhe desde a I República, deve apenas deslocar-se a Coimbra, ou abrir as portas do seu estádio, para jogar com a Académica. Tão simples, e/ou deprimente, quanto isto.

E saem uma dúzia de cabelos brancos para um jovem psicólogo terceirense!

Colocar, ao preencher um formulário, e pela primeira vez, o nosso nome a seguir à expressão "Nome do pai:" é das experiências mais descolhoantes*que podem existir. Garanto-vos.

* A gerência pede perdão às mentes mais sensíveis mas, sinceramente, não há expressão que traduza melhor aquilo que senti.

Silly season, colheita de 2009, by RTP Açores

Nos últimos tempos tenho constatado que as eminências que criaram a expressão "silly season" tinham, concerteza, acesso aos noticiários de Verão da RTP Açores.

Catarse #3

John Lee Hooker

The Champiooooons!!!! *

Sim, é certo que a Académica foi a única a perder na primeira jornada da Liga. Sim, é certo que não estamos, naturalmente, bem classificados. Mas, bem vistas as coisas, estamos só a um ponto da pré-eliminatória da Liga dos Campeões, ou como dirá um dia Jorge Jesus, da Champignons.

* Tentativa de exprimir um excerto do hino da Liga dos Campeões.

A futura guardiã da Mariana

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Whale watching ou como observar golfinhos anafados à beira do Monte Brasil

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A observação de cetáceos nos Açores é, desde a década de noventa, uma instituição nos Açores correspondendo a uma interessante mutação sócio-económica, após a proibição da caça à baleia, no final da década de oitenta. Efectivamente, a caça à baleia, que independentemente da justeza do argumentário ecologista, era uma actividade absolutamente apaixonante em que o homem sublimava pelo arpão a sua insignificância face à grandeza da sua progenitora Natureza, foi susbstituída por uma caça aos avistamentos de cetáceos.

Na Terceira, tal actividade não é tão pujante como no Faial ou Pico, catedrais baleeiras nos Açores, mas isso não impediu que procurássemos capturar um ou outro avistamento de cetáceos nas proximidades de Angra. E, posso garantir, que passei a pertencer ao grupo das pessoas que já caçaram um avistamento... É que os pontinhos pretos da primeira foto são aparições de baleias de bico. Bem sei, que, no fundo, se assemelham a golfinhos anafados, mas são mesmo baleias! O que tem a s…

As nossas aventuras com o tripé - Praia da Vitória '09

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Prós e contras de viver na Terceira # 5

Esta senhora tirou-me um dos contras da boca. Várias vezes, por sinal.

O Messias da bola ou a aventura do Richard Gere português no Benfica

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Muito se tem escrito sobre as pérolas do linguajar de Jorge Jesus (unanimente considerado o Richard Gere português). Como não sou ninguém para falar de gaffes, nem uma, nem duas, nem três vezes, não realizarei o obrigatório post, qual refeição micro-ondas do humor, sobre os tiros ao lado do Messias benfiquista*... Farei sim, e num exclusivo das Geometrias, uma antevisão da futura gaffe de Jesus... E o meu palpite é:

"Comigo o Benfica vai ganhar a Champignons League!..."

* E, meus amigos, haveria muito para falar. Desde os célebres "coletes efervescentes", ao "processo de neutralização" de um jogador brasileiro, aos "assuntos do forno interno do clube", às "inalações" que eram possíveis extraír de um determinado jogo ou à altura em que JJ se sentia "um álvaro a abater". Pronto... mais uma: durante um jogo JJ verbalizou o seguinte incentivo "vaiam à bola! Subem!".

A interactividade chega às Geometrias # 2

Dando seguimento à multiplicidade de participações no Passatempo "Quero ser eu a dar o nome ao feijão", as Geometrias Variáveis abrem um novo espaço de interactividade. Sim, amiguinha e/ou amiguinho, podes participar!... Mais uma vez, este espaço é baseado numa publicação fundamental designada "A chave da felicidade e a saúde mental"*, datado do ano de 1981.

O esquema de participação é simples! Bastará que digam um número de 1 a 398 e, com um grau decente de certeza, será possível encontrar uma lição de vida para cada um de vós. Nada será como dantes.

Como aperitivo, e como demonstração inequívoca do potencial de mudança humana contida na obra, aqui fica um pouco do seu prefácio:

"O autor desta obra, pensador profundo e verdadeiro filósofo prático e construtivo, possuidor da experiência de uma vida proveitosa vivida, longos anos de paciente investigação e um frutífero estudo no laboratório vivo da natureza, demonstra a maneira de lançar mão dos numerosos recursos…

Quem feio ama, bonito lhe parece... Ou não.

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Numa sociedade cada vez mais fútil e desprovida de valores, a mim ninguém me tira da ideia que a razão que levou Manuela Ferreira Leite a não incluir Pedro Passos Coelho nas listas do PSD às próximas legislativas, é o facto de, à medida que vai envelhecendo, PPCoelho estar cada vez mais parecido com Manuel Monteiro... Fisicamente, claro.

Catarse # 2 *

* Bom para as dores de cabeça que emergem nos momentos esquisitos.

Catarse # 1 *

Nina Simone* Porque há músicas que nos ajudam a sublimar momentos esquisitos.

É gajo para ser uma alegia ou coiso

Tenho tido a ideia que, sem que perceba porquê e sem que faça nada de particular para o provocar, irrito uma ou outra pessoa que comigo se vai cruzando... Tenho-me esforçado, acreditem, por perceber os porquês de tal facto, até porque não gosto da sensação. Não tenho chegado a conclusão nenhuma... Mas quando perceber, logo vejo o que farei. É que descodificar este segredo pode vir a ser muito divertido. Para mim, claro.

Prós e contras de viver na Terceira # 4

Um dos contras que me chateia mais é o facto de as pessoas de quem gosto irem muitas vezes embora, é o facto de a ilha, ou se calhar todas as ilhas, funcionarem como plataformas de passagem para tantos e tantas.

Sai um petardo da Mariana!

Hoje deu para perceber que a Mariana está para os pontapés na barriga como o Barroso* estava para os golos de fora da área...



* Futebolista que passou por dois dos clubes grandes do futebol português: Académica e Porto.

A casa da Mariana*

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* Este vosso escriba, e a respectiva consorte, agradece os contributos fornecidos por V. Ex.as, alguns posts atrás, mas, comvenhamos que Azarias, Melani, Branda, Morgana, Abraona, Giovenália ou Agenora (?!)...

E o programa das festas tem sido...

Lê-se: "Pavilhão dos Cancerosos" de Alexandre Soljienitsine, pela terceira ou quarta vez;
Ouve-se: Arcade Fire, Johny Cash, Damien Rice, Rita Redshoes (nota mental: levar CDs para o carro... já chega desta senhora. Eu até gosto, mas...), Nina Simone, Joy Division,...;
Vê-se: Rudo y Cursi (graças aos dotes de pirataria do P.P.);
Admira-se: a barriga da C. várias vezes ao dia.

E o dilema de hoje de psilipe é...

Não é bem um dilema... É mais a incapacidade de dar resposta, de forma clara e inequívoca, a uma questão que me foi colocada hoje pela C....

C: "Então, tu não queres voltar para Coimbra?..." psilipe (em pensamento): "Pois...coiso..." Pois.

Prós e contras de viver na Terceira # 3

Ser um apaixonado por jornais é uma grande desvantagem na Terceira. Por um lado, os jornais nacionais só surgem depois do almoço ou, por vezes, ao final da tarde (o que acontece ao Sábado, por exemplo), sempre dependentes das contingências das ligações aéreas; por outro, os jornais locais estão pejados de gente que os utiliza como um megafone fácil para fazer eco de futilidades, verborreias partidárias ou, simplesmente, para ter um prolongamento do ego que passe por uma rotativa... Fosse como no Astérix e o problema estaria resolvido. É que no fim das histórias o irritante bardo, Assurancetourix, era devidamente neutralizado para descanso da comunidade... Digamos que na Terceira, os bardos são tantos, com canais de expressão tão facilitados que competem pelo som de harpa mais sonante, numa lógica diária...

Gosto destes senhores *

* Só para provar que não me estou a tornar num burguês de Angra do Heroísmo**...

** Epíteto muito comum na Terceira para designar as pessoas que, sendo de Angra, da "cidade", olham com desprezo para as pessoas das outras "freguesias" da Terceira, mesmo que estas distem dois ou três quilómetros da "cidiade"...

Prós e contras de viver na Terceira # 2

Costumo dizer, quando me perguntam como é estar na Terceira (o que acontece tantas vezes quantas as vezes que o Alberto João Jardim imagina como será a bandeira da República da Madeira, quando esta for independente), que é tudo uma questão de ponderação de prós e contras, que há aspectos negativos, mas que, também há inúmeras vantagens. Eu sei que o que vou dizer a seguir é estupidamente burguês, mas o que é certo é que no Domingo joguei duas horas de golfe e vi um concerto fantástico por menos de dez euros. Sim, tem água por todos os lados, é claustrofóbico, mas...

É a cultura, estúpido!

No passado Domingo, fui ver um concerto deste senhor, Philippe Jaroussky, um contra-tenor francês, no âmbito de um Festival de Música que ocorre todos os anos pelas nove ilhas dos Açores. Não sou, nem nada que se pareça, um apreciador de música erudita mas, atendendo ao valor do senhor e a uma recomendação do D.R., lá fui. O facto de ser grátis, sinceramente, também ajudou... E digo-vos que foram duas horas que só podem fazer bem aos sentidos.