Antes de mais aqui vai uma pechinchinha* declaração de interesses... Não possuo qualquer preconceito de base anti-corporativo, nem me nascem borbulhas na alma quando penso na Ordem dos Psicólogos, enquanto conceito. Não deixo, no entanto, de me questionar sobre a forma como o mesmo conceito é, e será, aplicado, operacionalizado e, porque não dizê-lo, gerido. E falo de gestão porque a Ordem dos Psicólogos, atendendo aos dados vindos a público, movimenta um volume de dinheiro considerável, que advém das contribuições forçadas dos seus associados. Pelas minhas contas perto de cinco milhões de euros... O que constitui uma cifra considerável e que poderá permitir questionar a dimensão dos valores exigidos àqueles que se viram na contingência de integrar uma família que, porventura, não desejaram**.
A recente vaga de quotizações da Ordem dos Psicólogos, que implicou que todos tivéssemos que pagar os valores definidos, independentemente do rendimento, da situação profissional, da existência, …