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Os últimos dias...

... da vida de psilipe podem ser, correctamente, caracterizados com a utilização de uma simples analogia.

Se psilipe for o SuperHomem, anda a guardar a kriptonite no bolso há uns dias jeitosos. Sem perceber, ao seu jeito, onde raio a colocou.
Chiça... Estará o bruxo de São Mateus disponível para uma consulta?...

Um organigrama de alguns dos meus parentes afastados...

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A pedido do meu primo Benjamim (apaixonado pelas questões da Genealogia e responsável pelo facto de eu poder saber muitas coisas fantásticas do meu lado paterno), aqui fica uma imagem da família Correia Umbelino (cujos membros se cruzaram com irmãs da minha avó, em tempos idos). É também a este clã que pertence o meu primo, já falecido, Ezequiel Umbelino que chegou a ser Presidente da Académica, na década de 70 (no, felizmente, extinto Clube Académico de Coimbra).

A verdadeira história da criação dos Açores

Uma curta-metragem, realizada por Victor Descalzo, que explica porque é que os Açores são uma parte do Paraíso... Adorei o destaque dado à Ilha das Flores. Um mimo este vídeo...


Agradece-se ao amigo André, que me alertou para o vídeo.

Vermo-nos gregos... mesmo sem querer

Uma das expressões que, de vez em quando, acabamos por dizer quando alguma coisa se afigura de difícil resolução ou se encontra, mesmo, condenada ao insucesso, passa pela utilização verbal dos nossos amigos helénicos. Dizemos, nessas alturas, que "vou-me ver grego para acabar este trabalho" ou "vimo-nos gregos para conseguir chegar aqui"...

Nunca nada fez tanto sentido, atendendo à conjuntura actual. Vamo-nos ver gregos para dar a volta a isto... E temo que não diremos "parakàlo*" no final de tudo isto.

Kalimera** caos?

* Do que me lembro da minha passagem por lá, significa obrigado.
** Esta acho que quer dizer bom dia...

Isn't this ironic?...

Abutre-preto recomeçou a reproduzir-se em Portugal, quarenta anos depois, na Beira Baixa...


http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1518978

E o último que feche a porta e apague a luz?

Tenho saudades da Sardegna...

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O sardo (dialecto em que o Coro Ortobene canta) é, foneticamente, lindo.

Resmas, paletes de vestígios egípcios na Terceira... será?...

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Deambulando pela Internet, em busca de mais informações sobre as (pseudo)relações da Ilha Terceira com o Antigo Egipto, dei com um site relacionado com o Antigo Egipto, onde constato esta pérola... Reconhecem o nome?... 
Agora a sério, até porque não quero ficar conhecido como o arqui-inimigo de Fernanda Durão*, se a senhora descobriu tantos vestígios da sua teoria, porque não mostrá-los?... E, já agora, esclarece-se que a senhora em questão é jornalista, não sendo uma supra-sumo da ciência arquelógica e/ou antropológica como alguns terceirenses gostam de defender, desejosos de um argumento para engrandecer a ilha, como se tal fosse preciso...


* Muito embora esta história já me tenha valido ser abordado na rua... E sai uma saudação para o amigo DePadua!

Terceira: a Ilha do Ovo Cósmico - take 5

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Aqueles que têm a triste sorte, ou que cumprem uma qualquer penitência, de acompanhar o meu pasquim informático há algum tempo, recordar-se-ão da saga de Fernanda Durão e da sua convicção inabalável de que a Terceira seria, na verdade, um território lendário para os Antigos Egípcios (a ilha do Ovo Cósmico), que a teriam ocupado muito tempo antes da chegada dos descobridores portugueses. Para tal, e usando ferramentas cientificamente inquestionáveis (o Google Earth, um livro sobre o Antigo Egipto e um quarto de hora...), congregou uma série de provas inabaláveis, na sua visão... Tais factos foram, na altura, descritos aqui, num dos posts emblemáticos do Geometrias Variáveis.

A dada altura, tendo conhecimento de miúdos e toxicodependentes aliciados por uma senhora de Lisboa para trabalharem numa gruta, percebi que alguém tinha passado à acção e iniciado a busca de uma pirâmide egípcia soterrada, numa das freguesias da Ilha Terceira. Quem seria?...

Hoje, na primeira página do Diário Insu…

Uma via verde para a catarse...

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Corriam os loucos anos nineties e, eis senão quando, psilipe, nas suas deambulações interiores da aborrecência (termo excelente aprendido com a querida R.), descobriu este álbum, Só, do Jorge Palma. E, desde aí, sem que, hoje, perceba muito bem porquê, esta música continua a ter um papel absolutamente catártico... Dois versos que gosto particularmente:
Fiz a cama na encruzilhada, e chamei casa a esse lugar...

E o pensamento do dia é...

Puta que pariu, tenho limites.

Se gostam de psilipe...

... queiram fazer a seguinte promessa. Agradece-se que a repitam em voz alta, para facilitar a sua memorização...

Se o dia em que psilipe ocupar um qualquer cargo político na área da Política Social chegar, irei pegar num qualquer objecto afiado e espetá-lo aqui (psilipe está a apontar para a sua jugular)... Se tal acontecer, é um sinal inequívoco de que psilipe está em sofrimento e agradece que o mesmo seja terminado o quanto antes.

A gerência agradece.

As fofinhas poltronas do quotidiano...

E o que custa, para uns quantos seres humanos, passar a repousar os seus digníssimos traseiros em assentos mais desconfortáveis? E quando as fofinhas poltronas estão, estrategicamente, colocadas de forma a que se consiga estar entre os pingos de chuva, mesmo nas alturas de tempestade?

Competência a valorizar, num exercício de inteligência social?... Característica a lamentar, pela forma como conduz a uma vitória triunfal do individualismo sobre a partilha e comunhão?... Aceitam-se achegas para que psilipe possa configurar o seu GPS interior. Que bem precisa.

Don't forget...

Breath in, breath out... breath in, breath out... and so on, and so on.

Que grande foca...

Agradece-se, de uma forma incomensurável, que não se apresentem fotografias, imagens ou, em última análise, um exemplar vivo de uma foca à Mariana, em público.

Digamos que ela, no seu processo de aprendizagem das vocalizações, tende a trocar uma das letras da palavra "foca" por um "d". Não, não lhe sai "doca".

Revista de imprensa...

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Os senhores do Diário Insular, diário local da Ilha Terceira, acharam piada ao texto que publiquei há uns dias e colocaram-no no jornal de hoje... Foi giro. Mas bem irónico foi o facto de o mesmo ter saído, lado a lado, com um dos arautos da social democracia regional a procurar eternizar as querelas estéreis político-partidárias entre PS e PSD, num texto desprovido de qualquer teor construtivo... Diria mesmo, a expressão de uma fina ironia...



PS: a gerência agradece ao sr. O.D. a sua password para acesso à versão online do jornal... Eu e mais uns quantos! ;)

Um record....

...o número de vezes que fiquei doente este ano. Quer-me parecer que estou a começar a aquecer para acrescentar um ponto ao record anterior. Quando a cabeça não tem juízo,...

Sim, os nossos rebentos também adoecem...

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Quando as coisas das quais gostamos, que damos como adquiridas, onde nos projectamos apresentam enfermidades, chegamos ao território da ansiedade, do receio pelo futuro mais próximo e do temor da perda.

O nosso rebento mais recente, nos últimos dias, começou a apresentar uns sintomas estranhos que nos preocuparam, especialmente porque, há uma semanas, já tinha estado uma semana de molho a recuperar de um problema na coluna*. Uns estalidos quando mudava de direcção, um mal-estar em movimentos que, anteriormente, fazia sem problema nenhum e aí vai um progenitor aflito para junto dos especialistas que dominam as formas de recuperação destas maleitas. É uma sensação estranha quando nos separamos para que possam realizar um primeiro diagnóstico, enquanto assinamos o papel na recepção. O que poderá acontecer? Um problema sério que leve a mais um período de inactividade? Uma questão simples que apenas precise de um "aperto"?

Passavam os segundos e nada... A ansiedade acumulava-se, …

15 de Outubro: o dia da Amputação?...

O ano de 2011 fez-me chegar às três dezenas de anos. Sou casado e tenho uma filha de 22 meses. A única dívida que temos, cá em casa, corresponde a uma prestação mensal inferior a 8 por cento do nosso rendimento médio, uma vez que sempre fugimos ao crédito fácil, mesmo nas alturas iniciais (apertadas) da nossa saga terceirense.

O único verdadeiro luxo que cometemos, nos últimos tempos, foi a compra de um carro novo (o nosso MíTico carro!), sobre o qual conseguimos não pagar qualquer prestação mensal e que correspondia a um sonho antigo nosso. Viajamos quando podemos, comparamos preços no supermercado, aceleramos menos para poupar gasóleo (ok... mais a patroa, esta parte), apagamos luzes desnecessárias em casa, ensinamos hábitos de poupança à miúda, tentamos poupar todos os meses para uma qualquer eventualidade e resistimos a gastos apetecíveis, mesmo quando a conta bancária o permitiria.

A vontade de procurar um futuro comum que permitisse constituir uma família, difícil de vislumbrar…

É oficial...

... não percebo um caralho deste país.

Uma das melhores sensações do mundo...

...é quando ficamos contentes pela felicidade das pessoas de quem gostamos muito. psilipe passou por isso há uns minutos e gosta, mesmo, disso.

Com o novo Orçamento de Estado...

... será que os jogos de futebol, enquanto actividade privada, terão que passar a ter cento e vinte minutos, no lugar dos tradicionais noventa? Mal por mal, ora aí estaria a única coisa boa daquilo que ouvi hoje nas notícias.

O país e o mundo no Correio da Manhã...

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Um dos meus guilty pleasures é, de quando em vez, navegar no site do Correio da Manhã e avaliar os afamados critérios editoriais do periódico... Hoje encontrei esta pérola. O que será mais relevante para a ordem mundial: o defecador em série, o vibrador assassino ou o animal com problemas de identidade? Cristo...

E eu que pensava que o sismo seria no dia da apresentação do Orçamento de Estado...

O período de garantia de Djaló...

Percebo pelos jornais que o Nice, clube francês, irá devolver o jogador Djaló ao Sporting... Será que guardaram o recibo de compra, devidamente carimbado pelo Sporting?