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O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - VI

Que a música "Frère Jacques", que todos aprendemos a trautear de forma mecânica desde petizes, fica muito mais gira quando cantada da seguinte maneira, em Marianês:

"Bébé Rato, Bébé Rato dorme vu..."

Nunca o divórcio esteve tão próximo...

psilipe bufava (algo que faz, de forma descontrolada, quando está irritado com alguma coisa) enquanto constatava que o Guimarães tinha passado às meias-finais da Taça de Portugal: "Já viste isto! O Guimarães vai às meias-finais da Taça! Filhos da mãe*!"

patroa de psilipe: "Se calhar ganharam porque tiveram mérito..."

psilipe: "..................................................................................."



* Não foi bem isso que, porventura, psilipe pode ter dito...

This is the Montalegre Style...

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Psy obteve não sei quantos milhões de visualizações do seu inenarrável vídeo. Hoje descobri o vídeo em que se inspirou. Um plágio indecente. 
Uma pergunta para quem visualizar este vídeo... qual o pormenor que mais vos marcou?
psilipe responde: as velhinhas bamboleantes.


Ninguém me tira da cabeça...

... que quem lixou o Zico foi a Pépa. Aquela coleira da candonga nunca lhe agradou.

Há dias em que...

... de manhã e à tarde, não se pode sair à noite, nem voltar de madrugada.

Hoje foi um deles.

As situações em que ficamos sem palavras...

... são raras na vida de psilipe. Aliás, psilipe paga as suas contas conseguindo ser rápido e arguto a ripostar às mais variadas divagações do ser humano, no seu ofício de alquimista da alma. Pode, lá de vez em quando, verbalizar, dizer algo de menos interessante e relevante, enquanto ganha tempo e processa a informação, mas é raríssimo que não consiga ir além do silêncio.

Mariana (no carro): Pai, contas-me a história do Rei Dom Sebastão?
psilipe (enquanto franze o sobrolho, num típico momento "what the fuck?!"): ........................................................(longo silêncio)..............................................................................


Futebol e Fátima...

A propósito da troca de jogadores entre o Sporting e o FC Porto, apraz-me dizer o seguinte...

Primeiro
Quem quer apostar comigo que o jogador Marat Izmailov, na sua viagem para o Porto, passou por Fátima e que se deu mais um indecifrável milagre? Ficou curado.

Segundo
Esperemos que a bateria de testes médicos do Sporting, aqueles que são realizados para determinar a sua aptidão para o jogo, não avaliem a saúde mental.

Genérico do Tom Sawyer by Mariana

Uma versão alternativa, e muito melhor, da música do genérico do Tom Sawyer, série de animação que nos iluminava a infância. Já agora, sai daqui uma saudação para Vera Roquette e para o Agora Escolha.

Uma questão que me assalta...

Até quando é que se deseja Bom Ano? Até aos Reis, até ao final do mês, até nos apetecer?

Tchhhhk...

A culpa é como o velcro. Cola, por vezes, quando não queremos e faz muito barulho a descolar. A única diferença é que, nalguns de nós, o barulho é demasiado ensurdecedor.

psilipe, tens lido aquilo que devias?

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Não. Mas estou a arrepiar caminho... 
Terminado há uns dias...


A reler no momento... um tratado para quem se movimento nos meandros da Saúde Mental.


Chegou hoje. Muito curioso por ler.



À espera. Mário de Carvalho é um senhor.


Quem tem medo...

Texto a publicar na revista do Sindicato dos Professores da Região Açores sobre os medos infantis durante o mês de Janeiro. Aqui fica.


A sabedoria popular ensina-nos que a solução infalível para o medo, e para os desafios que nos causa, passa pela adopção de um animal doméstico da espécie Canis Lupus Familiaris, ou seja, um simpático canídeo. E se é certo que, como a grande maioria dos ditos populares, a expressão não deve ser lida pelo prisma da linearidade, é também verdade que , muitas vezes, alguns medos, nomeadamente nas crianças, acabam por ser erroneamente minimizados, nas suas consequências, no sofrimento que despertam, na forma como obstam ao desejável processo de autonomização  e na invalidação que originam, por exemplo, no contexto escolar. Efectivamente, a prática clínica demonstra que muitas situações de absentismo e de insucesso escolar passam pela existência de quadros clínicos de ansiedade nos alunos que, por vezes, acabam por não ser alvos de intervenções adequadas. S…

Uma boa foto para o início do ano...

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Por muito ameaçadora que pareça a dificuldade, há que olhar para cima. Há que fitar o desafio nos olhos com crença na possibilidade de sucesso.
 Devo ser dos poucos, mas estou com uma grande fé naquilo que vamos fazer neste ano de 2013. Mesmo com tudo o que se avizinha. Mesmo com todas as armas de destruição massiva do optimismo, felicidade e plenitude. Procuremos os nossos escudos, as nossas defesas, as nossas coordenadas, os nossos pontos cardeais. Possível... obrigatório.

Foto já com alguns anos... Mérito ao Paulo Soares, emérito escalador e modelo neste registo de que gosto muito.

1984 em 2013

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Numa das suas obras primas, 1984*, George Orwell** criou o conceito de Big Brother, entidade dotada do dom da ubiquidade que, na sociedade futurista retratada no livro, controlava os cidadãos e que lhes estreitava o quotidiano.

Viver numa ilha de cinquenta e cinco mil pessoas permite, instantaneamente, que o conceito orwelliano do Big Brother ganhe um novo significado.

Viver numa ilha de cinquenta e cinco mil pessoas, e ter uma capacidade de observação fora do comum e uma memória estupidamente eficaz para pormenores insignificantes (caras, nomes, matrículas de carros, roupas que as pessoas usam mais,...) leva a que a capacidade "técnica" deste Big Brother seja dotada de invulgar eficácia, com registos de som e imagem muito além daquilo que seria necessário e exigível.

Somado a tudo isto, quando se vive numa ilha de cinquenta e cinco mil pessoas, e quando se trabalha como clínico num concelho de pouco mais de trinta mil pessoas, este Big Brother adquire o mais sofisticado sis…

E o primeiro dia do ano passou-se assim...

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Muito bem.

Um bom conselho para 2013...

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1 de Janeiro de 2013. Conduza (o ano) com precaução. Um bom conselho. Há que conduzi-lo e não deixar que ele nos conduza. Possível... obrigatório.


Uma esperança para o leão ferido

O GV apoia o movimento de apoio da candidatura de Artur Baptista da Silva à Presidência do Sporting.

https://www.facebook.com/ABSparaSCP

Os sapatos de princesa ou a evidência do fim do mundo que se aproxima...

A patroa está quase, quase a conseguir vestir os "sapatos de princesa" (calçado usado num casamento em que a Mariana serviu de menina das alianças") para irmos jantar a casa de uma amiga. Penso que será um sinal, pela improbabilidade do acontecimento (principalmente, porque implica abdicar dos sapatos que piscam com luzinhas), que, afinal, a cena do fim do mundo é para a passagem de ano açoriana.

Aproveitai as últimas seis horas.

Já agora, e se o meu prognóstico não se concretizar, aqui ficam os desejos psilípticos de Bom Ano para nós todos... que 2013 troike as voltas às coisas menos boas e a tudo o que cheirar a pessimismos e afins.

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - V

Hoje aprendemos, mais uma vez, que é possível ter nomes muito mais giros do que aqueles que nos colocam aquando do registo civil, por vezes para conseguir contentar toda(s) a(s) família(s), e gostar disso.

É possível criarmos nomes bem criativos e rirmos com isso. Digam lá que "Mariana Fernandes Bonita Ranhoca Gata Coelha Super Ovelha" não é um nome bem catita?

O Carnaval é quando o Sporting quiser...

Hoje em dia, ver um jogo do Sporting assemelha-se a uma ida outonal ao Carnaval da Mealhada. As outras equipas, aquelas que o defrontam, transformam-se, invariavelmente, noutra coisa que não são. No entanto, a coisa é um bocado monótona. Transformam-me sempre no Barcelona.

Onde fica a nossa terra...

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Hoje, numa extraordinária visita a uns amigos de infância*, disseram-me que a nossa terra é aquela onde ganhamos dinheiro. Não. A nossa terra é aquela em que nos sentimos bem, aquela cuja ausência nos dói, e onde estão aqueles de quem gostamos, aqueles cuja ausência nos dói.

Mais de sete anos depois de iniciar a saga** terceirense, começo a possuir duas "terras". Começo, começamos a aceitar uma saudável convivência de Coimbra e da Terceira, como lares, apropriados e entendidos como tal. Mas, não há amor como o primeiro...

E que bela fica Coimbra retratada com o belo Mondego como moldura.

Coimbra é única.







* Continua a ser extraordinário, poderoso e energizante o modo como a saga terceirense** não impede que alguns laços se percam, não impossibilita que algumas pessoas existam no nosso mundo interior, qual contra-resposta a um tratado de Tordesilhas interior que, por vezes, acabo por fazer.

** Por muito que custe assumir, começa a ficar claro que a expressão "saga tercei…

psilipe, continuas sem gostar do Instagram?

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Sim.


psilipe, gostas do Instagram?

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Não.


O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - IV

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Hoje aprendeu-se que é possível que uma garota de quatro anos aprecie quase todas as músicas de um álbum do Sérgio Godinho. Aqui ficam duas das preferidas: "Primeiro gomo da tangerina" ou, em Marianês, "A música da menina" e "O coro das velhas" ou, em Marianês", "coro das velhas".



Aculturação terceirense - III

Coimbra tem uma artéria de trânsito importante chamada Avenida Fernão de Magalhães. A rota para o centro da cidade, quer para a Baixa, quer para a Alta, implica passar por ela, nomeadamente para quem provém da zona onde mora a mãe de psilipe. Tem três faixas e prolonga-se da entrada da cidade até às imediações do Rio Mondego. Sempre foi percorrida por psilipe com uma assinalável habilidade automobilística, por vezes injustificada face à relativa pacatez do tráfego, mesmo em alturas de maior congestionamento.

Nestas férias, a Fernão de Magalhães assemelhou-se, para psilipe, a uma agitada artéria de uma qualquer metrópole mundial.

psilipe ainda colocou, durante uns segundos, a hipótese de uma estranha sucessão de ângulos mortos, resultado de um qualquer inusitado alinhamento cósmico, lhe estar a pregar uma partida.

psilipe, após alguns segundos, concluiu que a circulação pelas ruas terceirenses, com o expoente máximo do congestionamento na Ladeira de São Francisco, começa a deixar marca…