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Stress traumático: ferida ou cicatriz?

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Uma revisão de um texto escrito há uns tempos sobre o stress traumático...

Controlar, adivinhar, assegurar, prever… alguns dos verbos que, comummente, pululam no nosso discurso, numa tentativa de sublimação da influência que o factor incerteza, que o factor dúvida tem no nosso funcionamento e no nosso equilíbrio interior, face ao futuro e a tudo o que o mesmo pode acarretar. No entanto, e apesar dos esforços que possamos fazer para controlar tudo aquilo que nos acontece, num movimento para evitar o confronto com a dureza do impacto dos eventos imprevisíveis e ameaçadores, estamos (felizmente) condenados a situações, cenários, experiências que fogem ao nosso controlo e que não conseguimos, de todo, adivinhar ou prever.

Alguns estudos demonstram que, ao longo do seu percurso de vida, um indivíduo tem uma percentagem a rondar os setenta por cento de se confrontar com um acontecimento traumático. O mesmo será dizer que existe uma elevada probabilidade de se confrontar com um cenário, com u…

E quando a mãe (ainda) não está em casa, o jantar é... - II

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...imaginação! Mais uma vez...


E quando a mãe não está em casa, o jantar é...

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... imaginação!



Três polvos numa ilha deserta de areia.


Três polvos numa ilha deserta de areia com o Sol ao fundo.


Três polvos numa ilha deserta de areia com o Sol ao fundo no meio de um mar cheio de peixinhos.

Isto mais uma sopinha e um copo de sumo de romã. Sim. A imaginação, sozinha, não enche a barriga de uma princesa no topo dos percentis...

A luz...

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... ao fundo dos dias esquisitos.

Coroa na Agualva...

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Um pormenor captado na Agualva, perto da Igreja, em dia de função do Espírito Santo, extraordinária manifestação típica da Ilha Terceira. Há, mesmo, coisas que só acontecem aqui.

Convosco...

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... o Gaspar.



Mariana: update Abril '13

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Já aparecia um raio de sol...

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Aqui pela Terceira, temos tido meses de Inverno quase ininterrupto. Se depois disto o Dom Sebastião não aparecer, é melhor começar, de vez, a esquecê-lo.

Não...

Não tem sido fácil chegar aqui.

Espero voltar a ser pessoa dentro em breve.

Como é difícil dizer "ressuscitou"...

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Paz nesta casa e a todos que nela habitam! Cristo ressuscitou... Aleluia, aleluia!
Boa Páscoa.

Rocky Sócrates Balboa - II

Sócrates regressou numa entrevista/debate com o parolo título "O fim do silêncio".

Algumas ideias ideias sobre tal momento épico, o regresso de Rocky Sócrates Balboa.

1 - O sistema de ensino superior francês é miserável. Dois anos passaram e o homem está igual.

2 - Surge, como evidente, a tese de mestrado de José Sócrates. "A narrativa" ou, como observou Carlos Vaz Marques, "A narrativa do embuste".

3 - Pobres de nós quando a alternativa à esquerda é esta. "Qual é a pressa?" Imensa, digo eu...

4 - A frase da noite é: "Não fui eu... foram os outros meninos!"

5 - Os pulinhos excitados que alguma ala socialista deu (Meu Deus... o exército de soldados comentaristas no Facebook...) com esta entrevista, dotando José Sócrates de um carácter sebastianista que não merece ter, só demonstra o deserto de ideias que por lá existe. Se a auto-flagelação fosse um desporto... Se o oportunismo pagasse imposto...

(Um verdadeiro) Inverno

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Antigamente havia estações. Os ritmos, os rituais, o fluir do tempo era compassado pelo ciclo das estações do ano. Mudavam-se as roupas das gavetas para que a dita roupa de Inverno substituísse a de Verão, num esforço de antecipação à anunciada, datada chegada do tempo frio. Escondiam-se, no fundo de baús*, as leves indumentárias estivais e subiam à tona a lã das camisolas, a flanela dos lençóis e dos pijamas.  Buscava-se num qualquer armário a botija de água quente e os chinelos comprados na Serra da Estrela uns anos antes, recebidos numa qualquer Consoada passada. Emergia a perspectiva do conforto e do aconchego e sublimava-se a pequenez humana perante a aspereza dos elementos. Recordava-se, com saudade, aquele ano, em 1982, em que tinha nevado em Coimbra. Esperava-se, apesar de tudo, que voltasse a acontecer... Que a invernia colocasse a mais bela cidade, ainda mais bela. Nunca aconteceu. 
Na Terceira, desde o primeiro dia, ensinaram-me, num conhecido adágio açoriano, que, no mesm…

Um céu feito de chuva

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Há coisas que só acontecem aqui (na Terceira)... - II

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E lá se chegou ao post número 1000...

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Este blogue, repositório de disparates e ideias psilípticas, começou com a palavra "hiato", algures em Setembro de 2008. Chega às mil publicações quatro anos e meio depois. Muito mudou. Muito se viveu pelo caminho...

As teias do relativismo

"teimoso" ou "perseverante".

É espectacular como as nossas características são vistas por outros, mesmo por aqueles que sempre nos elogiaram, de uma maneira tão diferente conforme o interesse casuístico. É, também, uma desilusão.

É espectacular como as pessoas confundem todos os papéis, e deixam de os confundir, consoante o mesmo propósito. É, também, uma desilusão.

O relativismo é fodido.

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XIX

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Que um dia e pouco fora de casa é o suficiente para ter saudades de jogar "chutebol"...

Tempestades e bonanças...

Há palavras que entram no léxico quotidiano e que, num ápice, começam a surgir nas conversas, nas argumentações ou, simplesmente, nos floreados de quem procura legitimar-se pelo mero adorno do discurso. São usadas, até vulgarizadas, mesmo quando os seus utilizadores não compreendem o seu real significado e amplitude.

Uma dessas palavras é resiliência. Há uns anos, tal palavra era pronunciada em círculos muito restritos. Hoje, muito por influência da sua utilização no discurso psicológico, banalizou-se.

Ainda esta palavra não tinha sido inventada, já os açorianos lhe davam significado.

Quando ninguém a tinha alguma vez pronunciado, já os açorianos suplantavam os elementos, aceitando a sua magnitude, sem, contudo, se resignarem a ela.

As últimas horas demonstraram, mais uma vez, que a resiliência encontra outro significado nos homens e mulheres açorianos. Que encontra, porventura, o seu real significado neste povo ilhéu, ao qual muito me orgulha pertencer.

Amanhã é um novo dia. Até aman…

Haja luz para as mentes escuras... - II

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Sim... voltei a jogar golfe...

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Ninguém ficou indiferente...*

* Principalmente, os senhores que fazem a manutenção do campo, dada a dimensão das autênticas crateras que lá deixei.

"A religião é o veículo da fé..."

Depois de ler isto e isto, diria que tal é capaz de ser bem complicado.

Haja luz para as mentes escuras...

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O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XVIII

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Que o bom gosto não tem idade.

1 - Princesa (enquanto o seu pai deita o olho a um jogo em que a Académica perde com um certo clube do Norte do País): Pai, os pretos vão ganhar!

2 - Uma genial coreografia da Princesa enquanto se ouvia a música Honey White, dos Morphine, depois de jantar. "Gosto desta música!"

Uma viagem a nós

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Gosto de músicas que me façam sentir emoções, mesmo quando me levam a uma viagem sem fim definido pelas seus meandros.

O último álbum do Nick Cave & The Bad Seeds tem esse efeito. Como seria de esperar, é um álbum muito bom. Denso, intenso e emocionante. A requerer muitas audições para o compreender na sua plenitude.

Aqui ficam alguns excertos de "Push The Sky Away".

Para os apreciadores, recomenda-se a audição do trabalho do Mestre, com o seu Bad Seed preferido do momento Warren Ellis, nas bandas sonoras, como "The Proposition". Um pouco a ver com alguns dos ambientes a explorar neste novo álbum...













Importa-se de repetir?

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