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Se há erro que os psicólogos fazem é...
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... quando impõem a sua acção profissional (nem sempre técnica...), cerceando a possibilidade das pessoas poderem enfrentar as suas dores e desafios de uma forma autónoma e auto-suficiente.
É quando impõem a sua acção antes de tempo, mesmo antes de se perceber se uma acção técnica é, efectivamente, necessária. É quando patologizam, quando rotulam antes de tempo.
É quando usufruem do outro para preenchimento do seus egos.
É quando confundem agir profissionalmente, com agir de uma forma tecnicamente correcta.
É quando prostituem a Psicologia para engrandecimento do seu ego e das suas lacunas.
O maior erro de quem com eles contacta? Confundir a forma afirmativa como estes pseudo-mestres se apresentam, e o estatuto de especialistas com que se arrogam, com a real tradução daquilo que são. Profissional e pessoalmente.
Fosse a auto-legitimação um pecado...
É quando impõem a sua acção antes de tempo, mesmo antes de se perceber se uma acção técnica é, efectivamente, necessária. É quando patologizam, quando rotulam antes de tempo.
É quando usufruem do outro para preenchimento do seus egos.
É quando confundem agir profissionalmente, com agir de uma forma tecnicamente correcta.
É quando prostituem a Psicologia para engrandecimento do seu ego e das suas lacunas.
O maior erro de quem com eles contacta? Confundir a forma afirmativa como estes pseudo-mestres se apresentam, e o estatuto de especialistas com que se arrogam, com a real tradução daquilo que são. Profissional e pessoalmente.
Fosse a auto-legitimação um pecado...
O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XXVIII
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Que as princesas também conseguem ver as coisas tal e qual como elas são.
Que conseguem, sem saber e ao contrário de muitos adultos, ver a realidade como ela, realmente, é, indo muito além daquilo que é aparente e evidente.
Antes de jantar, a única televisão da casa estava ligada na SIC Radical, enquanto passava o sucedâneo do Contra-Informação que penso que se chama "Contra Poder".
Enquanto se lia uma história do Mickey, a princesa olha para a televisão, solta duas ou três gargalhadas (daquelas que só ela consegue soltar e que ligam um sorriso imediato nos seus progenitores), enquanto dizia...
"Aquele senhor é de plástico... aquele senhor é de plástico!"
Sim, Mariana. Este senhor tresanda a plástico.
Que conseguem, sem saber e ao contrário de muitos adultos, ver a realidade como ela, realmente, é, indo muito além daquilo que é aparente e evidente.
Antes de jantar, a única televisão da casa estava ligada na SIC Radical, enquanto passava o sucedâneo do Contra-Informação que penso que se chama "Contra Poder".
Enquanto se lia uma história do Mickey, a princesa olha para a televisão, solta duas ou três gargalhadas (daquelas que só ela consegue soltar e que ligam um sorriso imediato nos seus progenitores), enquanto dizia...
"Aquele senhor é de plástico... aquele senhor é de plástico!"
Sim, Mariana. Este senhor tresanda a plástico.
O Mobbing institucionalizado como prática a seguir...
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Em menos de dois anos de Função Pública:
- perdi um subsídio de férias; - tive o rendimento diminuído, por via fiscal, várias vezes; - vi alterado o meu horário de trabalho, independentemente da minha produtividade, de forma unilateral, à revelia do contrato de trabalho; - parece que vou ganhar menos 6,6 por cento, em cada mês, independentemente daquilo que consta no contrato de trabalho; - parece que é suposto que me sinta muito culpado pelo estado do pais e por, porventura, procurar servir, todos os dias, o melhor que consigo as pessoas que procuram um serviço público de saúde.
Isto não pode ser considerado mobbing? Claro que sim...
E se isto acontecesse numa instituição privada?...
- perdi um subsídio de férias; - tive o rendimento diminuído, por via fiscal, várias vezes; - vi alterado o meu horário de trabalho, independentemente da minha produtividade, de forma unilateral, à revelia do contrato de trabalho; - parece que vou ganhar menos 6,6 por cento, em cada mês, independentemente daquilo que consta no contrato de trabalho; - parece que é suposto que me sinta muito culpado pelo estado do pais e por, porventura, procurar servir, todos os dias, o melhor que consigo as pessoas que procuram um serviço público de saúde.
Isto não pode ser considerado mobbing? Claro que sim...
E se isto acontecesse numa instituição privada?...
O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XXVII
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Que, quando os adultos não sabem explicar as coisas, as princesas com capacidade de imaginar, constroem realidades próprias bem mais interessantes.
Na mão da princesa está um pequeno rosário, que lhe foi oferecido na creche*. Para a princesa, nas suas mãos, está "o índio".
O porquê, ninguém ainda o conseguiu perceber com certeza.
A hipótese do grande M. V. é a melhor até agora: Jesus Cristo está de tanga e os índios também, em muitas imagens.
Sugestões?
* Não. O seu pai não achou grande piada à ideia...
Na mão da princesa está um pequeno rosário, que lhe foi oferecido na creche*. Para a princesa, nas suas mãos, está "o índio".
O porquê, ninguém ainda o conseguiu perceber com certeza.
A hipótese do grande M. V. é a melhor até agora: Jesus Cristo está de tanga e os índios também, em muitas imagens.
Sugestões?
* Não. O seu pai não achou grande piada à ideia...
E se os últimos tempos do País fossem um episódio do Seinfeld?
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Uma singela sugestão...
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Aproxima-se a data de emissão do programa televisivo em que Pedro Passos Coelho responderá a 20 perguntas realizadas por portugueses anónimos.
Estando em nós em tempo de crise, em que a racionalização de recursos impera, eis uma singela sugestão que permitirá poupar muitas horas de selecção de questões, muito tempo de mão-de-obra jornalística na recolha e análise dos milhões de questões que surgirão.
Porque não aproveitar os escritos dos votos nulos das recentes eleições? Terão, com certeza, questões que trarão muita audiência, realizadas por pessoas que não podem ser mais anónimas.
Estando em nós em tempo de crise, em que a racionalização de recursos impera, eis uma singela sugestão que permitirá poupar muitas horas de selecção de questões, muito tempo de mão-de-obra jornalística na recolha e análise dos milhões de questões que surgirão.
Porque não aproveitar os escritos dos votos nulos das recentes eleições? Terão, com certeza, questões que trarão muita audiência, realizadas por pessoas que não podem ser mais anónimas.
Da estranha necessidade recente do povo açoriano na procura de raízes anteriores à chegada dos continentais...
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Como dira Jorge Jesus, a Terceira é...
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Hoje foi um dia histórico...
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... para o desporto português.
Durante o dia de hoje, o tenista João Sousa venceu um torneio do ATP Tour pela primeira vez na história do ténis português e o ciclista Rui Costa conquistou, de forma retumbante, o Campeonato do Mundo de Elites de Ciclismo.
Espero, com curiosidade, as capas dos jornais desportivos de amanhã...
Durante o dia de hoje, o tenista João Sousa venceu um torneio do ATP Tour pela primeira vez na história do ténis português e o ciclista Rui Costa conquistou, de forma retumbante, o Campeonato do Mundo de Elites de Ciclismo.
Espero, com curiosidade, as capas dos jornais desportivos de amanhã...
Hoje houve um candidato digno das Geometrias Variáveis!
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A constatação de uma ironia (ainda a propósito do aumento do horário de trabalho para as 40 horas)...
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É uma doce ironia que, amanhã, no dia em que iniciaria o novo horário de trabalho, com as propaladas oito horas (formais) por dia, que acabe por sair ao meio dia.
Amanhã é dia de tolerância de ponto, pelo que saio ao meio dia (quer queira, quer não) por causa de umas festas às quais nunca fui.
Isn´t this ironic?...
Amanhã é dia de tolerância de ponto, pelo que saio ao meio dia (quer queira, quer não) por causa de umas festas às quais nunca fui.
Isn´t this ironic?...
O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XXVI
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Mariana: "O que é votar?"
Pais da Mariana: "É participar nas decisões importantes da nossa cidade e escolher as pessoas que vão tratar bem dela... É uma coisa muito, muito importante."
Mariana: "Onde é que se vuta?"
Que, por vezes, as princesas de três anos e sessenta por cento dos eleitores podem ter muito em comum, na forma como têm dificuldade em pronunciar alguns verbos. Por exemplo, o verbo "votar".
Que, por vezes, as princesas de três anos e sessenta por cento dos eleitores podem ter muito em comum, na forma como têm dificuldade em pronunciar alguns verbos. Por exemplo, o verbo "votar".
"Hoje é dia de eleições" ou "Hoje é um Domingo em que se fala sobre coisas chatas na televisão durante montes de tempo" ?
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Leio que, até ao meio-dia, votaram, nos Açores, menos de vinte por cento dos eleitores e lembro os meus avós. Lembro o fato escuro, a gravata do meu avô e a roupa cuidada da minha avó.
Votar era algo digno de registo. Um direito e um acto solene, valorizado por quem sabia o que significa viver sem poder votar, querendo fazê-lo.
Vou votar à tarde. Temo que não serei acompanhado por muitos "nouveau riche" da Democracia, aqueles a quem o meu avô gostaria de dizer das boas. E faria bem.
Votar era algo digno de registo. Um direito e um acto solene, valorizado por quem sabia o que significa viver sem poder votar, querendo fazê-lo.
Vou votar à tarde. Temo que não serei acompanhado por muitos "nouveau riche" da Democracia, aqueles a quem o meu avô gostaria de dizer das boas. E faria bem.
O grande dilema da aplicação das 40 horas semanais é...
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... o deve e haver entre o volume de ganhos de produtividade e o inevitável aumento de despesas de saúde que surgirão, nomeadamente em consultas médicas (Fisiatria e Ortopedia) e de fisioterapia.
Sim. Os arautos da produtividade e os apologistas da mudança no horário de trabalho da Função Pública estimam em vários milhões de euros a poupança, actual e futura, que advirá das mudança que hoje se iniciaram.
No entanto, ponderando o aumento do tempo em que as pessoas ficarão em pé, de dedo em riste perto do leitor biométrico ou do relógio de ponto, de um quarto de hora para uma hora e um quarto, temo que as dores, as tendinites, as varizes e as artroses que surgirão tornarão esta mudança estrutural bastante problemática e dotada de um inusitado duplo significado.
Por um lado, a mudança mais perene produzir-se-á na estrutura óssea das pessoas e, por outro, o volume de gastos de saúde que a avalanche de maleitas que aí vêm tornará os apregoados ganhos de produtividade uma singela ninharia.
Sim. Os arautos da produtividade e os apologistas da mudança no horário de trabalho da Função Pública estimam em vários milhões de euros a poupança, actual e futura, que advirá das mudança que hoje se iniciaram.
No entanto, ponderando o aumento do tempo em que as pessoas ficarão em pé, de dedo em riste perto do leitor biométrico ou do relógio de ponto, de um quarto de hora para uma hora e um quarto, temo que as dores, as tendinites, as varizes e as artroses que surgirão tornarão esta mudança estrutural bastante problemática e dotada de um inusitado duplo significado.
Por um lado, a mudança mais perene produzir-se-á na estrutura óssea das pessoas e, por outro, o volume de gastos de saúde que a avalanche de maleitas que aí vêm tornará os apregoados ganhos de produtividade uma singela ninharia.
Académica vs Real Madrid
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Se a Académica, há uns insignificantes onze meses, venceu o Atlético de Madrid por uma confortável vantagem de dois a zero, e se o Atlético de Madrid venceu, hoje, o Real Madrid um um a zero, isso só poderá querer dizer que CR7, Khedira ou Sergio Ramos têm muita, muita sorte em não pisarem o Municipal de Coimbra.
Seriam três secos, pelo menos.
Seriam três secos, pelo menos.
A moda dos calções...
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Já tinha, aqui, partilhado a minha inquietação com as leggings, em que me parece que muitas senhoras acabam por sair de casa com uma peça de roupa a menos (por exemplo, uma saia ou umas calças)...
Cada vez me inquieta a moda dos calções curtos. É que dá-me ideia, por vezes, que as pessoas saem de casa sem mudar de roupa ao acordar, mantendo o pijama de Verão.
Serei só eu a achar isso?
Cada vez me inquieta a moda dos calções curtos. É que dá-me ideia, por vezes, que as pessoas saem de casa sem mudar de roupa ao acordar, mantendo o pijama de Verão.
Serei só eu a achar isso?
O Juramento de Hip...
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Serei o único que, quando tenho que lembrar do nome do juramento da classe médica, me lembro, primeiro, da palavra "hipócrita", fazendo, posteriormente, uma transformação mental da palavra no termo Hipócrates?
Curiosamente, não se inicia esta estratégia de evocação de memória com a palavra Hipólito.
Curiosamente, não se inicia esta estratégia de evocação de memória com a palavra Hipólito.
As facturas (caras) da desilusão
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Leio no blogue do amigo André um desabafo de um dos "meus" emigrantes que aludi um destes dias, onde faz referência a um texto que escrevi, há quase dois anos, a que chamei "O Dia da Amputação"*.
Leio de viva voz aquilo que sente alguém que, legitimamente, sente que o país o desiludiu e que procura uma merecida certeza de realização pessoal e profissional.
Leio que tem vontade de colocar os sonhos na gaveta. Disse-lhe que, por muito que nos queiram castrar, nunca podemos ceder à tentação auto-flagelante de guardar os sonhos na gaveta. Continuo a sentir-me tão amputado como me sentia na altura em que escrevi o texto que ele realçou (do qual me orgulho, sinceramente). Continuo a sentir uma sensação de estranheza com os noticiários e jornais, com a forma como o incompreensível e inverosímil se torna o "prato do dia".
Temo, como ele, o impacto nas vidas, na vivência subjectiva de tantos e tantas desta espiral em que participamos. Temo que seja demasiado maio…
Leio de viva voz aquilo que sente alguém que, legitimamente, sente que o país o desiludiu e que procura uma merecida certeza de realização pessoal e profissional.
Leio que tem vontade de colocar os sonhos na gaveta. Disse-lhe que, por muito que nos queiram castrar, nunca podemos ceder à tentação auto-flagelante de guardar os sonhos na gaveta. Continuo a sentir-me tão amputado como me sentia na altura em que escrevi o texto que ele realçou (do qual me orgulho, sinceramente). Continuo a sentir uma sensação de estranheza com os noticiários e jornais, com a forma como o incompreensível e inverosímil se torna o "prato do dia".
Temo, como ele, o impacto nas vidas, na vivência subjectiva de tantos e tantas desta espiral em que participamos. Temo que seja demasiado maio…
Quando nos resgatam disto?
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O L. oscila entre a Austrália e a Inglaterra, o M. não sai de Angola nem que lhe paguem (mesmo com uma vida longe de perfeita), o B. habita entre França e Suíça, o E. divide-se entre Espanha e Portugal, o S. só não muda de vida porque não consegue, a S. partiu para Cabo Verde à procura de algo mais.
Muitos outros partem, sem vontade de regressar. Vou sabendo deles e das suas partidas para outras paragens, em busca de dignidade.
Quem resgata este país e, já agora, esta geração (e, quiçá, as próximas)?
Muitos outros partem, sem vontade de regressar. Vou sabendo deles e das suas partidas para outras paragens, em busca de dignidade.
Quem resgata este país e, já agora, esta geração (e, quiçá, as próximas)?
Era um esquadrão de ninjas, por favor...
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Num dia em que percebemos que Jorge Jesus será constituído arguido por agressão a um polícia, que o presidente da Associação de Futebol de Lisboa troca acusações de agressão com dirigentes do Porto, que Marco Silva insulta à descarada o opositor aquando de um golo, que Paulo Fonseca atira em todas as direcções depois de um mísero empate e que Costinha tem que ter protecção policial para chegar a casa inteiro, penso que só irei ao futebol depois da eleição de Manuel Almeida, candidato do PTP a Vila Nova de Gaia, para Presidente da Liga Portuguesa de Futebol.
Só com ninjas é que isto lá vai. E muitos, espero.
Só com ninjas é que isto lá vai. E muitos, espero.