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Portugal ou o nosso país bizarro
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Temo o dia em que a Princesa suba mais alguns degraus na escada do desenvolvimento e da clarividência e lhe tivermos que explicar que a trouxemos ao mundo num país em que os polícias se sentem roubados, em que o Governo não quer, conscientemente, seguir as leis, em que os professores têm que fazer testes dignos de adolescentes para ensinarem adolescentes, em que os seus pais são tidos por perigosos e preguiçosos pelintras, pelo simples facto de serem funcionários públicos e em que quem de direito é fraco com os fortes e forte com os fracos.
Temo o dia em que tivermos que a fazer crer que tudo isto faz sentido e que não se trata de uma versão bizarra de um país a sério.
Temo o dia em que tivermos que a fazer crer que tudo isto faz sentido e que não se trata de uma versão bizarra de um país a sério.
O que se aprendeu. hoje, com a Mariana... - XXXI
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Está aqui tudo...
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"Não pode haver razão para tanto sofrimento.
E se inventássemos o mar de volta, e se inventássemos partir, para regressar.
Partir e aí nessa viagem ressuscitar da morte às arrecuas que me deste.
Partida para ganhar, partida de acordar, abrir os olhos, numa ânsia colectiva de tudo fecundar, terra, mar, mãe...
Lembrar como o mar nos ensinava a sonhar alto, lembrar nota a nota o canto das sereias, lembrar o depois do adeus, e o frágil e ingénuo cravo da Rua do Arsenal, lembrar cada lágrima, cada abraço, cada morte, cada traição, partir aqui com a ciência toda do passado, partir, aqui, para ficar..."
José Mário Branco (um génio) em "FMI".
Como diria uma pessoa que conheci recentemente, e a quem apresentei esta música, "é assustador como esta música tem mais de 30 anos". A H. V. tem, mesmo, toda a razão.
E se inventássemos o mar de volta, e se inventássemos partir, para regressar.
Partir e aí nessa viagem ressuscitar da morte às arrecuas que me deste.
Partida para ganhar, partida de acordar, abrir os olhos, numa ânsia colectiva de tudo fecundar, terra, mar, mãe...
Lembrar como o mar nos ensinava a sonhar alto, lembrar nota a nota o canto das sereias, lembrar o depois do adeus, e o frágil e ingénuo cravo da Rua do Arsenal, lembrar cada lágrima, cada abraço, cada morte, cada traição, partir aqui com a ciência toda do passado, partir, aqui, para ficar..."
José Mário Branco (um génio) em "FMI".
Como diria uma pessoa que conheci recentemente, e a quem apresentei esta música, "é assustador como esta música tem mais de 30 anos". A H. V. tem, mesmo, toda a razão.
Sai uma estátua!
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Que se inicie o peditório para uma estátua a este senhor de nome Ricardo Nunes, guardião das redes da Académica.
Eu contribuo, com gosto.
Que se iniciem os preparativos para a sua inauguração, convidando-se o seleccionador (aquele que selecciona... nunca tal fez tanto sentido!) para a primeira fila.
Eu contribuo, novamente. Desta vez com uma passadeira vermelha. Para o Ricardo, claro.
Eu contribuo, com gosto.
Que se iniciem os preparativos para a sua inauguração, convidando-se o seleccionador (aquele que selecciona... nunca tal fez tanto sentido!) para a primeira fila.
Eu contribuo, novamente. Desta vez com uma passadeira vermelha. Para o Ricardo, claro.
O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XXX
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Que há perguntas difíceis de responder.
Que, por vezes, temos que mudar de assunto muito rápido porque há caminhos que não vale a pena explorar com a Princesa.
Que há, realmente, coisas que são anacrónicas.
psilipe e sua princesa passeavam pela bela freguesia dos Altares, à noite. Precisando de algo para distrair a Princesa de uma dores de barriga esquisitas que a começaram a incomodar, psilipe decidiu mostrar-lhe a igreja da freguesia, que se encontrava a dois passos do local onde estavam a jantar.
"O que é aquilo?", perguntou a Mariana.
"É uma igreja. Sabes o que é uma igreja, Mariana?"
"Sim. É o local onde vivem o rei e uma raínha..."
Lá seguimos. Estando a igreja aberta, lá entrámos e observámos durante uns minutos a finalização da missa nocturna, com uma Princesa quieta e intrigada por aquilo que estava a ver, absorvendo um contexto onde nunca tinha estado, observando as vestes e o cerimonial do padre. . À saída, perguntou-se:
"Mariana, gostaste…
Que, por vezes, temos que mudar de assunto muito rápido porque há caminhos que não vale a pena explorar com a Princesa.
Que há, realmente, coisas que são anacrónicas.
psilipe e sua princesa passeavam pela bela freguesia dos Altares, à noite. Precisando de algo para distrair a Princesa de uma dores de barriga esquisitas que a começaram a incomodar, psilipe decidiu mostrar-lhe a igreja da freguesia, que se encontrava a dois passos do local onde estavam a jantar.
"O que é aquilo?", perguntou a Mariana.
"É uma igreja. Sabes o que é uma igreja, Mariana?"
"Sim. É o local onde vivem o rei e uma raínha..."
Lá seguimos. Estando a igreja aberta, lá entrámos e observámos durante uns minutos a finalização da missa nocturna, com uma Princesa quieta e intrigada por aquilo que estava a ver, absorvendo um contexto onde nunca tinha estado, observando as vestes e o cerimonial do padre. . À saída, perguntou-se:
"Mariana, gostaste…
O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XXIX
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Uma campanha que merece a vossa atenção, com o alto patrocínio das GV!
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Se há erro que os psicólogos fazem é...
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... quando impõem a sua acção profissional (nem sempre técnica...), cerceando a possibilidade das pessoas poderem enfrentar as suas dores e desafios de uma forma autónoma e auto-suficiente.
É quando impõem a sua acção antes de tempo, mesmo antes de se perceber se uma acção técnica é, efectivamente, necessária. É quando patologizam, quando rotulam antes de tempo.
É quando usufruem do outro para preenchimento do seus egos.
É quando confundem agir profissionalmente, com agir de uma forma tecnicamente correcta.
É quando prostituem a Psicologia para engrandecimento do seu ego e das suas lacunas.
O maior erro de quem com eles contacta? Confundir a forma afirmativa como estes pseudo-mestres se apresentam, e o estatuto de especialistas com que se arrogam, com a real tradução daquilo que são. Profissional e pessoalmente.
Fosse a auto-legitimação um pecado...
É quando impõem a sua acção antes de tempo, mesmo antes de se perceber se uma acção técnica é, efectivamente, necessária. É quando patologizam, quando rotulam antes de tempo.
É quando usufruem do outro para preenchimento do seus egos.
É quando confundem agir profissionalmente, com agir de uma forma tecnicamente correcta.
É quando prostituem a Psicologia para engrandecimento do seu ego e das suas lacunas.
O maior erro de quem com eles contacta? Confundir a forma afirmativa como estes pseudo-mestres se apresentam, e o estatuto de especialistas com que se arrogam, com a real tradução daquilo que são. Profissional e pessoalmente.
Fosse a auto-legitimação um pecado...
O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XXVIII
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Que as princesas também conseguem ver as coisas tal e qual como elas são.
Que conseguem, sem saber e ao contrário de muitos adultos, ver a realidade como ela, realmente, é, indo muito além daquilo que é aparente e evidente.
Antes de jantar, a única televisão da casa estava ligada na SIC Radical, enquanto passava o sucedâneo do Contra-Informação que penso que se chama "Contra Poder".
Enquanto se lia uma história do Mickey, a princesa olha para a televisão, solta duas ou três gargalhadas (daquelas que só ela consegue soltar e que ligam um sorriso imediato nos seus progenitores), enquanto dizia...
"Aquele senhor é de plástico... aquele senhor é de plástico!"
Sim, Mariana. Este senhor tresanda a plástico.
Que conseguem, sem saber e ao contrário de muitos adultos, ver a realidade como ela, realmente, é, indo muito além daquilo que é aparente e evidente.
Antes de jantar, a única televisão da casa estava ligada na SIC Radical, enquanto passava o sucedâneo do Contra-Informação que penso que se chama "Contra Poder".
Enquanto se lia uma história do Mickey, a princesa olha para a televisão, solta duas ou três gargalhadas (daquelas que só ela consegue soltar e que ligam um sorriso imediato nos seus progenitores), enquanto dizia...
"Aquele senhor é de plástico... aquele senhor é de plástico!"
Sim, Mariana. Este senhor tresanda a plástico.
O Mobbing institucionalizado como prática a seguir...
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Em menos de dois anos de Função Pública:
- perdi um subsídio de férias; - tive o rendimento diminuído, por via fiscal, várias vezes; - vi alterado o meu horário de trabalho, independentemente da minha produtividade, de forma unilateral, à revelia do contrato de trabalho; - parece que vou ganhar menos 6,6 por cento, em cada mês, independentemente daquilo que consta no contrato de trabalho; - parece que é suposto que me sinta muito culpado pelo estado do pais e por, porventura, procurar servir, todos os dias, o melhor que consigo as pessoas que procuram um serviço público de saúde.
Isto não pode ser considerado mobbing? Claro que sim...
E se isto acontecesse numa instituição privada?...
- perdi um subsídio de férias; - tive o rendimento diminuído, por via fiscal, várias vezes; - vi alterado o meu horário de trabalho, independentemente da minha produtividade, de forma unilateral, à revelia do contrato de trabalho; - parece que vou ganhar menos 6,6 por cento, em cada mês, independentemente daquilo que consta no contrato de trabalho; - parece que é suposto que me sinta muito culpado pelo estado do pais e por, porventura, procurar servir, todos os dias, o melhor que consigo as pessoas que procuram um serviço público de saúde.
Isto não pode ser considerado mobbing? Claro que sim...
E se isto acontecesse numa instituição privada?...
O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XXVII
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Que, quando os adultos não sabem explicar as coisas, as princesas com capacidade de imaginar, constroem realidades próprias bem mais interessantes.
Na mão da princesa está um pequeno rosário, que lhe foi oferecido na creche*. Para a princesa, nas suas mãos, está "o índio".
O porquê, ninguém ainda o conseguiu perceber com certeza.
A hipótese do grande M. V. é a melhor até agora: Jesus Cristo está de tanga e os índios também, em muitas imagens.
Sugestões?
* Não. O seu pai não achou grande piada à ideia...
Na mão da princesa está um pequeno rosário, que lhe foi oferecido na creche*. Para a princesa, nas suas mãos, está "o índio".
O porquê, ninguém ainda o conseguiu perceber com certeza.
A hipótese do grande M. V. é a melhor até agora: Jesus Cristo está de tanga e os índios também, em muitas imagens.
Sugestões?
* Não. O seu pai não achou grande piada à ideia...
E se os últimos tempos do País fossem um episódio do Seinfeld?
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Uma singela sugestão...
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Aproxima-se a data de emissão do programa televisivo em que Pedro Passos Coelho responderá a 20 perguntas realizadas por portugueses anónimos.
Estando em nós em tempo de crise, em que a racionalização de recursos impera, eis uma singela sugestão que permitirá poupar muitas horas de selecção de questões, muito tempo de mão-de-obra jornalística na recolha e análise dos milhões de questões que surgirão.
Porque não aproveitar os escritos dos votos nulos das recentes eleições? Terão, com certeza, questões que trarão muita audiência, realizadas por pessoas que não podem ser mais anónimas.
Estando em nós em tempo de crise, em que a racionalização de recursos impera, eis uma singela sugestão que permitirá poupar muitas horas de selecção de questões, muito tempo de mão-de-obra jornalística na recolha e análise dos milhões de questões que surgirão.
Porque não aproveitar os escritos dos votos nulos das recentes eleições? Terão, com certeza, questões que trarão muita audiência, realizadas por pessoas que não podem ser mais anónimas.
Da estranha necessidade recente do povo açoriano na procura de raízes anteriores à chegada dos continentais...
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Como dira Jorge Jesus, a Terceira é...
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Hoje foi um dia histórico...
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... para o desporto português.
Durante o dia de hoje, o tenista João Sousa venceu um torneio do ATP Tour pela primeira vez na história do ténis português e o ciclista Rui Costa conquistou, de forma retumbante, o Campeonato do Mundo de Elites de Ciclismo.
Espero, com curiosidade, as capas dos jornais desportivos de amanhã...
Durante o dia de hoje, o tenista João Sousa venceu um torneio do ATP Tour pela primeira vez na história do ténis português e o ciclista Rui Costa conquistou, de forma retumbante, o Campeonato do Mundo de Elites de Ciclismo.
Espero, com curiosidade, as capas dos jornais desportivos de amanhã...
Hoje houve um candidato digno das Geometrias Variáveis!
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A constatação de uma ironia (ainda a propósito do aumento do horário de trabalho para as 40 horas)...
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É uma doce ironia que, amanhã, no dia em que iniciaria o novo horário de trabalho, com as propaladas oito horas (formais) por dia, que acabe por sair ao meio dia.
Amanhã é dia de tolerância de ponto, pelo que saio ao meio dia (quer queira, quer não) por causa de umas festas às quais nunca fui.
Isn´t this ironic?...
Amanhã é dia de tolerância de ponto, pelo que saio ao meio dia (quer queira, quer não) por causa de umas festas às quais nunca fui.
Isn´t this ironic?...