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(Aprender) A aprender...

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O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XXXIX

Que a rapidez de resposta é directamente proporcional à cronologia.

Que, por vezes, descobrimos, nas respostas da princesa, que somos dotados de um estranho poder adivinhatório.

Pai de Mariana (após um dia em que o comportamento da princesa foi muito pouco principesco) - Mariana, hoje, depois de chegares a casa, não vai haver bonecos, nem jogos, nem história!

Mariana (ostentando uma cara de pau que faria o Pinóquio corar de inveja) - Papá, essas são as coisas que eu não queria fazer hoje!

Pai da Mariana (em pensamento) - Hã?!

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XXXVIII

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Mariana -Papá, este senhor tem cara de mau!

Pai de Mariana - Achas que ele diz verdades ou mentiras?

Mariana - Hmmm... Acho que ele diz mentiras.

Que há coisas que são mesmo evidentes. Que uma princesa de quatro anos consegue ver mais além que todo um congresso partidário.

Como é importante, sempre, manter a distância de segurança...

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O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XXXVII

Que há perguntas que são difíceis de responder.

Que o pai pode, afinal, ter as mesmas dúvidas da princesa.

Mariana: "Porque é que o pai do pai já está morrido?..."

Uma Hércules na Terceira

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Noite

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Que seja um ano cheio de luz...

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Há coisas que só se dizem no mundo do futebolês

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XXXVII

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Que as coisas não têm que ter, sempre, o nome que lhes deram, podendo ter o nome que nós lhe preferimos dar.
Que um globo terrestre se torna bem mais interessante quando lhe chamamos "aquela-coisa-redonda-que-tem-as-cidades-todas-que-existem".



Passatempo GV: Um ensinamento grátis para o 2014!

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Corria o ano de 1960 quando um senhor brasileiro, de nome Torres Pastorino, escreveu "Minutos de Sabedoria", onde congrega um conjunto alargado de pensamentos e ensinamentos proferidos na Rádio Copacabana, num livro que, como diz o autor, "não é para ser lido a jato".


No entanto, em mais uma manifestação de serviço público, será a jacto que psilipe vos proporcionará um ensinamento para 2014, através da obra do senhor Pastorino.

O que fazer para aceder ao pensamento que mudará o vosso 2014?

Simples. Basta indicar um número na caixa de comentários entre 1 e 287, as páginas do livro, e garanto que lá estará a frase que fará a diferença, que será colocada no mesmo local.

Agradecei, depois, ao senhor Pastorino.

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XXXVI

Que as meninas, quando querem transformar-se em senhoras, podem socorrer-se de diversos estratagemas.

Que um deles passa por utilizar as pinturas das bonecas e colorir a face, como fazem as mães.

Que, para tal, se utilizam "maquinagens".

Orgulho

"Um óptimo Natal para o Psilipe e a sua família! Hoje é o dia especial deles.

Porque nos outros dias, Psilipe também se dedica a tornar as pessoas de outras famílias mais felizes e brilhantes... ;)

Um muito obrigada!"

Eu é que agradeço, R..

E se começássemos tudo outra vez?

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Que iniciemos com um Bom Natal e um Ano Novo do catano, uma jornada em que nunca nos falte o realismo, a perserverança, a esperança e o amor.

Sim. É possível, por muito que nos queiram convencer do contrário.

Olhemos, sempre, para cima!

Boas Festas.

Preparai a fita-cola...

Um bom livro / uma boa prenda de Natal / um grande escritor

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Testemos, em conjunto, os limites do humor e da ironia

Houve, hoje, um trágico naufrágio que desgraçou a vida a uma série de famílias nesta quadra natalícia.

O naufrágio aconteceu nas imediações da praia do CDS.

A mimetização da realidade numa trágica ironia.

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XXXV

Que até os problemas aparentemente irresolúveis podem ter solução.

Que os constrangimentos das opções de vida não superam a solidez daquilo que conta.

Que, reconheça-se, temos uma garota impecável.


Viagem de carro da casa de uns avós para casa da outra avó.

Mariana: "As pessoas que estão longe estão nosso coração... Não há problema estarmos longe porque elas estão, sempre, no nosso coração."

Pais sortudos de Mariana: "Muito bem..."

Mariana: "No nosso coração cabem todas as pessoas que gostamos..."

Tiririri... tiririri...

Há poucas coisas mais irritantes no mundo do que o som que a Bimby faz quando acaba de cozinhar ou lá o que é que ela faz.

No momento, não me lembro de nenhuma.

Para quando uma Bimby com opção de escolha de sons, como acontece com os telemóveis.

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XXXIV

Que a aprendizagem da frustração se faz nas mais pequenas coisas.

Que os nossos sonhos são bem mais difíceis de atingir do que nós gostaríamos.

Que um abraço de família é sempre um bom remédio.


Princesa Mariana irrompe pela sala, em lágrimas, depois de estar deitada há uns dez minutos...

Mariana: "Estou muito triste..."

Pais da Mariana, em sobressalto com a tristeza do seu rebento: "O que se passou, Mariana?!"

Mariana: "Não consigo ter o sonho que queria (lágrimas)... vou ter sonhos que não quero..."

(Abraço de família)

Mariana: "Posso dar-vos beijinhos?"

Claro que sim. Sempre.

A Central B...

Todo o nosso percurso de vida é feito de lugares. Lugares que marcam, onde aprendemos, onde sentimos, onde partilhamos, onde nos fazemos.

A casa, os locais de família ou a escola são exemplos de lugares que, de forma indelével, deixaram marca na matriz de cada um de nós.

No meu caso, e quiçá de alguns que tenham a distinta pachorra de ler estes meus devaneios, a Central B, do antigo Calhabé, é um desses lugares.

Lugar de aprendizagem daquilo que significa a Académica, de partilha de momentos únicos, de comunhão com quem me ensinou a ser da Briosa, de compreensão do amor a um clube e a uma Causa. Lugar de salutar convívio e de convulsão emocional a reboque da irracionalidade de quem ama.

Esta Segunda-Feira, muitos anos depois, pude regressar a este lugar, em pleno peão do Estádio do Bonfim.

Mau grado a derrota, ficou, para mim, uma bela jornada académica, a qual agradeço a muitos dos que passam pelo blogue Simplesmente Briosa e que, estoicamente, marcaram presença. As boleias para Setú…

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XXXIII

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Que é perfeitamente possível simular ensaios nucleares, um motim num qualquer estabelecimento prisional e/ou catástrofes naturais de dimensão considerável no conforto do nosso lar.

Para tal, basta que haja uma Princesa que, fazendo quatro anos, queira festejar com os amigos.


Durante o cataclismo.


Depois das operações de paz e limpeza.

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XXXII

Mais uma vez, que a aculturação não conhece limites.

Que, isso, é bem giro.


Mariana: "Papá! Não é essa..."

Papá: "Qual é?"

Mariana: "É aquela! A mais pechinchinha..."

O "Perfect Day" da Académica

Algum tempo depois, a Briosa, como senhora romântica que se preze, faz a justa homenagem a Lou Reed, recentemente falecido, mesmo interpretando um dos seus mais conhecidos hinos “a Capela”.

Foi um “Perfect Day”… Há muito mérito na vitória de ontem, ao contrário dos papagaios paineleiros que só atendem ao demérito do adversário, em mais uma demonstração de estreiteza mental.

Ganhar contra tudo e contra todos tem, ainda, mais sabor, e torna o dia ainda mais perfeito.

Sérgio Conceição, e toda a equipa, esteve muito bem. Reconheça-se a exibição globalmente muito positiva, com uma clara subida de rendimento de unidades, até agora, em claro sub-aproveitamento (Marcelo ou Abdi, por exemplo).

Ricardo, Fernando Alexandre, Makelelé, os dois centrais e mesmo o esforçado Magique com nota alta. Um gosto.

Dou a mão à palmatória por Djavan. Boa exibição, com uma consistência defensiva até agora inexistente. Uma boa surpresa, a milhas do jogador nervoso e trémulo do jogo com o Sporting. Está-se a faz…

Nuno Júdice

Num dia de consagração internacional de Nuno Júdice, agraciado com o Prémio Raínha Sofia, deixo um poema seu, que muito aprecio.


Ausência 

Quero dizer-te umas coisa simples:a tua  ausência dói-me. Refiro-me a essa dor que não magoa, que se limita à alma; mas que não deixa,  por isso, de deixar alguns sinais - um peso nos olhos, no lugar da tua imagem, e um vazio nas mãos, como se as tuas mãos lhes tivessem roubado o tacto. São estas as formas do amor, podia dizer-te; e acrescentar que as coisas simples também podem ser complicadas, quando nos damos conta da diferença entre o sonho e a realidade. Porém,  é o sonho que me traz a tua memória; e a realidade aproxima-me de ti, agora que os dias correm mais depressa, e as palavras ficam presas numa refracção de instantes, quando a tua voz me chama de dentro de mim - e me faz responder-te uma coisa simples, como dizer que a tua ausência em dói.