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Parece que...

Está um monte de gente de vermelho a festejar na televisão.
Penso que, com tudo isto, a Académica já não pode ser campeã este ano.
É favor reservar a Praça da República, a Câmara Municipal e o Papa para o ano.

Nas férias...

... importa quebrar a rotina, enveredar por caminhos menos convencionais e quebrar com a previsibilidade do quotidiano.

Hoje comemos sushi, sem publicar qualquer foto no Facebook ou no Instagram.

Objectivo conseguido!

Não se explica. Sente-se... - II

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Não se explica. Sente-se.

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Keep calm...

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... and muuu.

Janela indiscreta

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Bonitos brincos...

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Mariana: update Abril '14

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O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XLVIII

Que há coisas que nos fazem rir. Rir muito.

Que a imaginação não tem limites.

Que a princesa, com a sua imaginação sem limites, tem o extraordinário poder de nos fazer sorrir muito, todos os dias.

Almoço em família com o H.. Enquanto se comia, conversava-se e eis que a Princesa inicia uma contagem...

Mariana - "5...4...3...2...1... Descolagem!"

Pai de Mariana - "Descolagem de quê?"

Mariana - "De um foguetão!"

Pai de Mariana - "E para onde vai esse foguetão?"

Mariana - "Para uma terra onde as pessoas usam todas camisolas da Académica!"

Pai de Mariana - "E como é que se chama essa terra?"

Mariana - "Angra dos Pretos!"

Em Angra dos Pretos (das camisolas pretas) tudo faz sentido.

Primeiro de Abril

E, daqui a nove minutos, começa o dia em que, apesar de saber que serei posto à prova por amigos e jornais e televisões, acreditarei em imensas coisas sem me aperceber que são petas.

Um rapaz singelamente honesto, este psilipe.

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XLVII

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Que a princesa está, mesmo, a crescer.
Que explicar o que faz um psicólogo e uma jurista a uma criança de quatro anos pode ser divertido.
Que, pelo que se vai percebendo, há uma turma inteira do Jardim de Infância que anda convencida que um "psicólo" é a pessoa que trata as "dores de cabeça", quando estamos acometidos das mesmas.
Psis deste mundo, como descreveriam o que é ser psicólogo a uma criança de quatro anos?




Era uns três destes para amanhã, por favor.

Festival de quê?

Já acabavam com o Festival da Canção, não?
O bicho clama por uma eutanásia caridosa tal o grau de sofrimento que ostenta.

Está tudo aqui...

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Açores

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Dia da Mulher

Sou só eu que sinto que a comemoração do Dia da Mulher é um profundo paradoxo, um exercício de anacronismo e a negação, em si mesmo, do princípio da Igualdade de Género?...

Comunicado (não) oficial de Paulo Fonseca

Povo da Albânia,

venho por este meio comunicar que a minha ligação de trabalho com o Belenenses cessou hoje após acordo amigável obtido hoje de manhã. Já não sou, a partir da hora de jantar, treinador de hóquei em patins do Famalicão.

Muitas razões levaram a este desfecho. A carreira na Taça das Cidades com Feira, desculpem, na Taça das Taças, a má relação com as Panteras Negras (claque do clube), a dificuldade em criar empatia com os órgãos dirigentes da Sociedade Recreativa do clube ou a acumulação de resultados menos positivos podem ser apontados como exemplos.

Continuo convicto que o resultado em Munique poderia alavancar uma época de sucesso. Continuo convencido que, no Salgueiros, poderia dar sequência a épocas de sucesso que tive no Chaves, Paços de Brandão ou Portossantense.

Agora aproveitarei para descansar e fazer um período sabático, procurando estagiar em clubes de nomeada e com treinadores de topo, como Luis Aragonés ou Otto Glória.

Ver-nos-emos por aí, como diria Nuno Mo…

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XLVI

Que a letra da música "Let it go", integrante do filme Frozen, tem um significado inesperado.

Que, ao contrário do que parece, é sobre um estranho imbróglio médico em que, pelo que se percebe, nem a intervenção especializada foi suficiente.

Mariana (a plenos pulmões): "Médicoooo... mééédiiicooo... apesar do médiiiccoooo!"

Nunca diria...

Uma verdade absoluta

A nossa capacidade de fazer merda, de forma consecutiva e reiterada, é, nalguns dias, inesgotável.

Mariana (e sua mãe): update Março '14

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Um instantâneo de um país, ontem à noite...

Quem se perdeu, ontem, pelos inefáveis meandros da televisão de Domingo à noite, constatou um extraordinário instantâneo.

Um canal em directo das imediações do Estádio do Dragão, após uma (in)esperada derrota da equipa portista. Um jornalista em frenesim, aguardando a saída dos jogadores e dirigentes da equipa derrotada, na esperança do confronto com os adeptos descontentes.

No momento em que se inicia a saída dos bólides, na excitação adolescente de quem aguarda por algo, seja lá qual for esse algo, dá-se o instantâneo do dia.

Desacordo entre as autoridades policiais e os dirigentes portistas. À saída da garagem, havia quem exigisse que os carros virassem à direita, enquanto outros que virassem à esquerda. O país, através da vista privilegiada da câmara, num inusitado e prolongadíssimo directo, no meio.

A excitação do repórter, do jornalista no estúdio,  a inquietação dos dirigentes em directo aos microfones, as chamadas indignadas realizadas para as câmaras, a confrontação com a pre…

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XLV

Que, no corropio da parentalidade, existem momentos em que temos a certeza de estar a fazer um bom trabalho.

Que a Princesa já é capaz de destrinçar o trigo do joio.

Que um dia vai ver uma final da Taça ao Jamor com o seu pai. Um dia.


Viagem de carro, em família, com passagem pelo relato de um jogo que envolvia uma agremiação desportiva denominada Sporting.

Mariana - "Papá, nos jogos do Sporting quem é que nós queremos que ganhe?"

Papá de Mariana (que a fez sócia da Académica com um dia de vida) - "Não interessa... é indiferente, Mariana."

Mariana - "Há meninos da escola que são do Benfica e outros do Sporting... e não conhecem a Académica... Eles são todos do Benfica e Sporting..."

Papá de Mariana - "Ah é? Há algum da Académica?"

Mariana - "Não..."

Papá de Mariana (em pensamento) - "Sei o que isso é..."

Papá de Mariana - "Não há problema... nós sabemos que é fixe ser da Academica... se alguém disser que só é bom ser dos…

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XLIV

Que tudo é, mesmo, relativo.

Que educar dá, mesmo, que pensar.


A Princesa estava em pleno bulício de brincadeira, num local onde estavam imensos miúdos. Corria, dançava e saltava naquilo que designou por "festa para pessoas que têm um balão na mão". Sim. Ela tinha.

Os seus diligentes pais preveniram que não podia dar saltos perigosos, nem correr em sítios em que se pudesse magoar. E, como todos os pais diligentes, desviaram a atenção por uns segundos para falar com amigos.

De repente, ouve-se um barulho de alguém a dar saltos para cima de uma cadeira. Olha-se e está a Princesa em cima da uma cadeira, a ser agarrada por um bom samaritano que se encontrava ao lado.

Pais "diligentes" de Mariana - "Mariana, o que se passou?"

Mariana - "Nada..."

Pais "diligentes" de Mariana - "Mas nós vimos que tu quase caíste! Não se salta para cima de cadeiras!"

Mariana - "Mas eu caí em segurança..."

Pais "diligentes" - "…

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XLIII

Que existem coisas finitas e outras infinitas.

Que o rol de desculpas que a princesa encontra para regressar à sala do seu castelo, depois de ter ido dormir, faz parte das segundas.

Que a imaginação, antes de dormir, fica bastante mais activa e prolífica.

Que é possível fazer um top para as razões que, por mais vezes, foram apresentadas pela princesa para justificar as suas viagens quarto - sala, e que incluem:

- tenho xixi;

- tenho cocó;

- tenho fome;

- quero dar mais um beijinho, entre outras.

Que nada tinha superado, até hoje, a razão apresentada hoje.

Princesa aparece na sala ostentando uma tampa de um perfume (cheirinho em marianês), arredondada, na ponta do polegar esquerdo, com um ar semelhante àquele que Arquimedes terá ostentado quando proferiu o seu famoso "eureka"...

"Papá! Mamã! Esta tampa parece a coisa de um astronauta... vim cá para vos dizer isto!"

Amanhã há mais.

Cruzes, credo!

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