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Ribeirinha, Ilha Terceira

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Revista de imprensa de hoje / psilipe na imprensa de hoje

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Das palavras que é uma pena que não sejam usadas mais vezes... - IV

Em conversa com o amigo R. C., com quem partilhei esta minha saga, ocorreram-nos duas palavras que correspondem a algo absolutamente insubstituível em qualquer cozinha. Vá, numa kitchenette também.

Malga e almoçadeira.

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - LVII

Que a mentira tem perna curta.
Que tentar evangelizar uma filha, sendo de um clube pequeno e pouco popular, assusta o mais temerário dos pais.


Pai de Mariana - Mariana, vou sair para ver o jogo da Académica.

Mariana - Posso ir contigo? Também queria ver o jogo...
Pai de Mariana - Não...
Mariana - Quando chegares dizes-me logo quanto ficou!
(Académica soma o décimo segundo empate; Académica fica nos lugares de descida; Académica faz mais uma exibição sofrível)
(Pai de Mariana regressa a casa)
Mariana - Quanto ficou o jogo?
Pai de Mariana - Ganhámos!
Mariana - Boa!!!
(Vergonha... vergonha...)

(Dez minutos depois, a avó da Mariana liga...)
Avó de Mariana - Filho, quanto ficou o jogo?
Filho da avó de Mariana - Espera... tenho que ir responder à varanda.
Avó de Mariana - Porquê?
Filho da avó da Mariana - Hmmm.... Já explico. (Varanda) Porra. Empatámos, outra vez.

Das palavras que é uma pena que não sejam usadas mais vezes... - III

Cafagestes.

Das palavras que é uma pena que não sejam usadas mais vezes... - II

Salafrário.

Carnaval (terceirense)

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A propósito dos últimos acontecimentos na Saúde em Portugal...

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... recauchuto um vídeo que fiz há uns tempos. Como era bom se não fosse (tão) actual.

As Lajes do desencanto (ou o desencanto de um terceirense adoptado com o que tem visto nos últimos tempos)

No próximo cinco de Outubro a minha saga açoriana cumprirá o seu décimo aniversário. O que, na arrogância pueril do controlo sobre o que não é passível de controlo, seria uma espécie de “toca e foge” insular de um par de anos, transformou-se numa relação umbilical com uma ilha, com um arquipélago. Sou terceirense, e defendo esta terra como se de Coimbra se tratasse. Desde muito cedo construí uma relação de amor com Angra do Heroísmo, fascina-me o nascer do Sol no Piquinho, chateia-me Ponta Delgada, mas admiro tudo o que sobra de São Miguel, vejo nas fajãs de São Jorge uma metáfora belíssima e apaixonante, quero ter uma casa nas Flores para a reforma e morar um mês seguido no Corvo antes de morrer (que me perdoem o cliché).
Sinto-me açoriano, com “e” ou “i”, consoante os gostos ou a tendência para a singularidade ortográfica. Quero sê-lo, apesar de tudo, mais tempo. Sinto que o serei, mesmo se a brisa do destino me afaste do Atlântico. Criei raízes aqui, crio uma terceirense feliz todos…

Das palavras que é uma pena que não sejam usadas mais vezes... - I

Ruim.

O meu amor existe

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O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - LVI

Que "não há morte para o amor", mesmo.

Que "não há machado que corte a raíz do pensamento", nunca.

Que o orgulho preenche a alma, mesmo quando ela dói. Que o amor sublima a saudade.


Mariana (caminhando, fitando os olhos do avô paterno, numa foto emoldurada que trazia nas mãos): Tenho saudades do pai do pai...

Pai de Mariana (a fazer-se de forte): Como é que podes ter saudades de alguém que não conheces?

Mariana: Mas tenho. Tens saudades do teu pai?

Pai de Mariana: Sim. Muitas.

Mariana: Mesmo sem o ter conhecido ele pode ser meu avô na mesma?

Pai de Mariana (a fazer-se de forte): Sim. Claro que sim.

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - LV

Que os pais são, sadiamente, acometidos de ataques de inimputabilidade recorrentes, ainda que de curta duração.

Que não aprendem puto com os mesmos.

Mariana (que fez cinco anos há um mês e pouco): sabias que eu, quando ainda tinha quatro anos, e dizia que me tinha portado bem na escola, às vezes só me tinha portado mais ou menos bem?

Pai de Mariana (em pensamento): És mesmo estúpido.

Pai de Mariana: Não há problema... E agora ainda fazes a mesma coisa?

Mariana: Agora que já tenho cinco anos, já não!

Pai de Mariana (em pensamento): Posso ficar descansado...

365 oportunidades

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Que seja um ano de 2015 muito bom, é o meu desejo.

Que "amor", "felicidade", "partilha" e "comunidade" sejam escolhidas como as palavras do ano, daqui a 365 dias, daqui a 365 oportunidades de fazer melhor.

(Sentido) Proibido

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O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - LIV

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Que os limites para a surpresa são constantemente retraçados quando temos uma Princesa Mariana.

Que até a mais trivial rotina se pode transformar num momento único e memorável.

Que treinar a imaginação e a criatividade vale, mesmo, a pena.

Que, até nos dias mais esquisitos, o orgulho e o amor são antídotos para as dores de alma.

Pai da Mariana: "Mariana, vai buscar a história que queres que leia hoje..."

Mariana: "Não..."

Pai da Mariana: "Porquê?!"

Mariana: "Porque eu vou ali fazer uma!"


Ontem foi...

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... um dia fantástico.


Benvindos à Twilight Zone...

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O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - LIII

Que a princesa está a crescer.

Pai de Mariana vai aconchegá-la, antes de dormir, cheio de saudades depois de um dia comprido...

Mariana - "Dás-me um beijinho?"

Pai de Mariana (cheio de vontade de aproveitar mais um bocado de tempo com a sua princesa) - Queres que eu fique um pouco ao pé de ti?

Mariana - Não, mas obrigado. Quero mesmo é dormir.

Pai de Mariana - Sim... claro...

Trigésimo dia do oitavo mês

Negação, Raiva, Negociação, Depressão, Aceitação.

Hoje é o dia em que começa tudo outra vez. Em que o ciclo se torna menos virtuoso.

Em que se revive mais do que se relembra. Em que a objectividade da cronologia não encontra eco na subjectividade das emoções.

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - LII

Que alguma coisa estamos a fazer bem como pais, quando temos uma princesa de quatro anos que, pelos corredores da casa e enquanto corre, vai cantando "eu quero a quimela do ouro, fosse o ouro do teu olhar, ahai..."!

@ Base das Lajes

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Olhos nos olhos*

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* A propósito da recente criminalização dos maus-tratos a animais.

D. D. T.

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A propósito da integração da Guiné Equatorial na CPLP... a minha proposta de logótipo!

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